Evolução do impacto das mortes por causas violentas na esperança de vida da população de Manaus entre 1980 e 2009

dc.creatorAntonio Gelson de Oliveira Nascimento
dc.date.accessioned2019-08-11T16:15:14Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:52:16Z
dc.date.available2019-08-11T16:15:14Z
dc.date.issued2011-04-15
dc.description.abstractThis paper aims to analyze the evolution of the impact of violent deaths on life expectancy of the population of Manaus (Brazil) from 1980 to 2009. For this, it was used data on mortality by sex, age and subgroups of causes (such as homicides involving firearms, homicides without using firearm and accidents of transport) from the Brazilian Ministry of Health Mortality Information System (SIM). A descriptive analysis was undertaken based on standardized mortality rates, by age, sex and sub-groups of external causes of deaths. To evaluate the impact of violent deaths on life expectancy, standard and multiple decrement mortality tables were constructed. In addition, it was used the methodology of life years lost proposed by Arriaga, to assess the impact of violent deaths in the age groups and, finally, it was developed an exercise of adjustment of life years lost, by relaxing the assumption of no mortality among ages, using a set of probabilities of death to observe possible changes in the years of life lost. The results of the evaluation of the impact of violent deaths showed that between 1980 and 2009, the male population suffered the greatest loss of years due to intentional aggressions, particularly those consummated with the use of firearms. In the last ten years, this kind of aggression increased its power to deteriorating the male life expectancy, with greatest impact at ages between 15 and 34 years. Among women, deaths due to traffic accidents caused the greatest loss of life years throughout the study period and, unlike men, intentional aggressions without the use of firearms produced a greater impact on life expectancy than that of intentional aggression using firearm. The results of the adjustment of life years lost did not alter the pattern of mortality, although there was a significant change in terms of life years lost due to violent deaths.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/AMSA-8GJNDD
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectViolência urbana Manaus (AM) 1980-2009
dc.subjectExpectativa de vida Manaus (AM) 1980-2009
dc.subjectDemografia
dc.subjectMortalidade Manaus (AM) 1980-2009
dc.subject.otherMortes violentas
dc.subject.otherAnos de vida perdidos
dc.subject.otherEsperança de vida
dc.subject.otherMortalidade por causas externas
dc.subject.otherAgressões intencionais
dc.subject.otherManaus
dc.titleEvolução do impacto das mortes por causas violentas na esperança de vida da população de Manaus entre 1980 e 2009
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor-co1Carla Jorge Machado
local.contributor.advisor1Roberto do Nascimento Rodrigues
local.contributor.referee1Pery Teixeira
local.contributor.referee1Antonio Benedito Marangone Camargo
local.contributor.referee1Duval Magalhães Fernandes
local.contributor.referee1Edwan Fernandes Fiorane
local.description.resumoEste trabalho tem como objetivo analisar a evolução do impacto das mortes por causas violentas na esperança de vida da população de Manaus entre 1980 e 2009. Para isto, foram utilizados os dados de mortalidade por causas externas do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM), desagregados por sexo, idade e subgrupos de causas, tais como: homicídios com arma de fogo, homicídios sem arma de fogo, acidentes de transporte e demais causas externas. Inicialmente foi feita uma análise descritiva dos dados utilizando-se taxas de mortalidade padronizadas, segundo a idade, sexo e subgrupos de causas. Em seguida, para avaliar a evolução do impacto das mortes violentas na esperança de vida, foram construídas tábuas de mortalidade padrão e de múltiplo decremento. Além disso, foi utilizada a metodologia de anos de vida perdidos desenvolvida por Arriaga para avaliar o impacto das mortes violentas nos grupos etários e, por fim, foi desenvolvido um exercício de ajuste dos anos de vida perdidos, flexibilizando o pressuposto de mortalidade nula entre as idades, utilizando-se um conjunto de probabilidades de morte brutas e líquidas para observar possíveis alterações nos anos de vida perdidos. Os resultados da evolução do impacto das mortes violentas mostraram que, entre 1980 e 2009, os homens sofreram as maiores perdas de anos de vida, que as agressões, principalmente aquelas consumadas com a utilização das armas de fogo, nos últimos dez anos, vêm aumentando seu poder de deterioração na esperança de vida masculina, com maior magnitude nas idades entre 15 e 34 anos. Para as mulheres foram as mortes por acidentes de transportes, por todo o período estudado, que causaram as maiores perdas de anos de vida e, ao contrário dos homens as agressões sem a utilização de armas de fogo produziram os maiores impactos na esperança de vida feminina. Os resultados do ajuste dos anos de vida perdidos não alteraram o padrão de mortalidade, porém houve uma significativa mudança de nível dos anos de vida perdidos pelas mortes violentas.
local.publisher.initialsUFMG

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