No Limite da Ficção: comparações entre Literatura e RPG - Role Playing Games

dc.creatorFarley Eduardo Lamines Pereira
dc.date.accessioned2019-08-12T07:59:12Z
dc.date.accessioned2025-09-08T22:58:07Z
dc.date.available2019-08-12T07:59:12Z
dc.date.issued2007-04-13
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/ECAP-72BKDN
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectSistemas de hipertexto
dc.subjectAnálise do discurso narrativo
dc.subjectJogos eletronicos
dc.subjectMultimidia interativa
dc.subjectCultura Sec XX
dc.subjectFicção
dc.subjectJogos por computador
dc.subjectEspaço e tempo
dc.subjectLiteratura e tecnologia
dc.subjectPersonagens literários
dc.subject.otherRPG Role Playing Games
dc.subject.otherPierre Bourdieu
dc.subject.otherhipertexto
dc.titleNo Limite da Ficção: comparações entre Literatura e RPG - Role Playing Games
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Luis Alberto Ferreira Brandao Santos
local.contributor.referee1Regina Dalcastagnè
local.contributor.referee1Graciela Ines Ravetti de Gomez
local.description.resumoA partir da análise dos RPG - Role Playing Games, ou jogos de interpretação de papéis, esta dissertação aborda a negação do estatus de ficção de um modo de narrar não consagrado pela sociedade. Por modo de narrar, entendemos: a maneira específica de leitura da realidade, e posterior construção de mundo(s), de cada meio produtor de ficção. Comparamos literatura - um meio produtor de ficções consagrado - e RPG, com o objetivo de demonstrar semelhanças entre os respectivos modos de narrar, e diferenças, vitais como elementos de especificidade de cada modo. Por meio desta comparação, analisamos a posição que cada um dos modos de narrar ocupa na sociedade e como são vistos por ela: a literatura como meio consagrado e RPG como ocupante de um-lugar. Este entre-lugar é gerado a partir das diversas leituras da sociedade sobre o jogo, as quais o classificam de diversas formas: desde expressão da cultura contemporânea - na qual noções de texto e autor entram em xeque, e o conceito de hipertexto ganha destaque - até brincadeira perigosa e fatal. Utilizamos a teoria de Wolfgang Iser, sobre o fictício e o imaginário, para demonstrar que a negação da ficção - a negação do jogo do como se - leva a RPG a ocupar este entre-lugar. Por meio da teoria de Pierre Bourdieu, tratamos a literatura - e também os RPG - como campos dentro da sociedade. Estes se assemelham a arenas nas quais dicursos travam uma luta de imposição. A análise história das diversas lutas que o campo literário sofreu revela que os limites da literatura são difíceis de se estabelecer. Por isso, como convenção determinada historicamente, a literatura ( um acontecimento e um fingimento, para Iser) pode sofrer a mesma negação. As lutas de discursos do campo literário mostram a dificuldade em se definir, precisamente, as práticas e os objetos literários. A convivência de forças antagônicas dentro do campo aponta para um futuro incerto da literatura - em termos de definição - , mas frutífero quando tratamos de formas de expressão como hipertexto, a ficção colaborativa, as fam-ficitions e os RPG.
local.publisher.initialsUFMG

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