Tempo de amamentação e sinais de respiração oral em crianças com mau desempenho escolar

dc.creatorBarbara Antunes Rezende
dc.creatorPatrícia de Fátima Coelho
dc.creatorStela Maris Aguiar Lemos
dc.creatorAdriane Mesquita de Medeiros
dc.date.accessioned2024-06-18T15:51:59Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:30:48Z
dc.date.available2024-06-18T15:51:59Z
dc.date.issued2019
dc.description.abstractIntroduction: Breastfeeding is a protective factor for respiratory diseases, as well as contributing to the intellectual development of children. Objective: To analyze the relationship of breastfeeding time with signs of oral breathing in children with poor school performance. Methods: A cross-sectional study was carried out with 82 children aged 7 to 12 years old with poor school performance, recruited from public schools in a city in the interior of Minas Gerais. The parents answered a questionnaire containing the following topics: breastfeeding time in months, gender of the child, maternal schooling and signs of oral breathing. For the statistical analysis, Pearson’s Chi-square test and Fisher’s exact test were used, considering a significance level of 5%. Results: Of the total number of children studied, 61 (74%) received breastfeeding for more than six months, 60 (73%) were male, 47 (56%) of the mothers were illiterate or had incomplete elementary education. Signs of oral breathing were present in 57 (70%) of schoolchildren. There was an association between the time of breastfeeding and the report of complaints of nasal obstruction sporadically, difficulty or delay when swallowing food and sleeping with open mouth. Conclusion: Children who were breastfed for less than six months had a greater combined number of signs of oral breathing. There was a statistically significant association between the signs of oral breathing and the time of breastfeeding. Screening of children who need to be referred for multiprofessional evaluation of the respiratory mode can be performed through information on breastfeeding time and combined mouth breathing signals.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.23925/2176-2724.2019v31i1p69-76
dc.identifier.issn2176-2724
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/69253
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofRevista distúrbios da comunicação
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectAleitamento materno
dc.subjectRespiração bucal
dc.subjectBaixo rendimento escolar
dc.subjectFonoaudiologia
dc.subject.otherAleitamento materno
dc.subject.otherRespiração bucal
dc.subject.otherBaixo rendimento escolar
dc.subject.otherFonoaudiologia
dc.titleTempo de amamentação e sinais de respiração oral em crianças com mau desempenho escolar
dc.title.alternativeBreastfeeding duration and sings of mouth breathing in children with poor school performance
dc.title.alternativeTiempo de lactancia materna y signos de respiración bucal en niños con rendimiento escolar malo
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage76
local.citation.spage69
local.citation.volume31
local.description.resumoIntrodução: A amamentação é fator de proteção para doenças respiratórias, além de contribuir para o desenvolvimento intelectual das crianças. Objetivo: Analisar a relação do tempo de amamentação com sinais de respiração oral em crianças com mau desempenho escolar. Métodos: Estudo transversal, realizado com 82 crianças de 7 a 12 anos de idade, com mau desempenho escolar, recrutadas nas escolas públicas de uma cidade do interior de Minas Gerais. Os pais responderam a um questionário contendo os seguintes temas: tempo de amamentação em meses, sexo da criança, escolaridade materna e sinais de respiração oral. Para a análise estatística foi empregado o teste Qui-quadrado de Pearson e Teste Exato de Fisher, considerando o nível de significância de 5%. Resultados: Do total das crianças estudadas, 61 (74%) receberam amamentação por mais de seis meses, 60 (73%) eram do sexo masculino, 47 (56%) das mães eram analfabetas ou tinham o ensino fundamental incompleto. Os sinais de respiração oral estavam presentes em 57 (70%) dos escolares. Houve associação entre o tempo de amamentação e o relato de queixas de obstrução nasal esporadicamente, dificuldade ou demora ao engolir o alimento e dormir de boca aberta. Conclusão: As crianças que foram amamentadas por tempo inferior a seis meses apresentaram maior número combinado de sinais de respiração oral. Houve associação estatisticamente significante entre os sinais de respiração oral e o tempo de amamentação. O rastreamento de crianças que precisam ser encaminhadas para avaliação multiprofissional do modo respiratório pode ser realizado por meio das informações sobre tempo de amamentação e sinais de respiração oral combinados.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0003-4104-5179
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-2817-2555
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentMED - DEPARTAMENTO DE FONOAUDIOLOGIA
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://revistas.pucsp.br/index.php/dic/article/view/37816

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