Impacto do uso do aparelho disjuntor palatino na qualidade de vida de crianças de 8 a 10 anos de idade

dc.creatorVirginia de Melo Vitorino
dc.date.accessioned2019-08-14T02:32:26Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:33:07Z
dc.date.available2019-08-14T02:32:26Z
dc.date.issued2013-12-06
dc.description.abstractThis aim of this study was to evaluate the impact of the use of palatal expander devices on the quality of life of children 8 to 10 years old who were being treated at the Department of Odontopediatrics and Orthodontic Clinics at The University of Dentistry, Federal University of Minas Gerais (UFMG). The subjects consisted of 35 children between the ages of 8-10 years of both genders from the orthodontic and odontopediatric clinics at The University of Dentistry, Federal University of Minas Gerais. Seventeen children were subjected to treatment with palatal expander devices (Haas, Haas Butterfly and Hyrax) and 18 children were just being monitored. To assess the quality of life of the children the Child Perceptions Questionnaire (CPQ 8-10), was used in the study and applied as an interview three times during the treatment: before placing the palatal expander, after the activation of the device and before removal. The intervals between interviews in the control group were similar to the intervals used with the group of children using the palatal expanders. This study was approved by the Research Ethics Committee of UFMG and all children interviewed, along with their parents, signed a Terms of Consent form. Descriptive analyses were performed and the Anova test was used in the evaluation of the data. Sixty percent of the subjects were girls. As for the ages, 34.8% were 8 years of age, 45.7% were 9 and the rest were 10 years of age. The majority of the palatal expander group (70.6%) used the Hyrax device. The results show statistically significant differences in functional limitations between the groups only after activation of the device. In conclusion, palatal expander devices have a negative impact on the quality of life of children only in the initial period of use of the device.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUOS-9M2NFX
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectQualidade de vida
dc.subjectMá oclusão
dc.subjectOrtodontia corretiva
dc.subjectAparelhos ortodônticos
dc.subjectMaloclusão Tratamento
dc.subject.otherMordidas cruzadas posteriores
dc.subject.otherDisjuntores palatinos
dc.subject.otherQualidade de vida
dc.subject.otherCrianças
dc.titleImpacto do uso do aparelho disjuntor palatino na qualidade de vida de crianças de 8 a 10 anos de idade
dc.typeMonografia de especialização
local.contributor.advisor-co1Milene Aparecida Torres Saar Martins
local.contributor.advisor1Elizabeth Maria Bastos Lages
local.contributor.referee1Leonardo Foresti Soares de Menezes
local.contributor.referee1Alexandre Fortes Drummond
local.description.resumoO objetivo deste estudo foi avaliar o impacto do uso de aparelhos para disjunção palatina na qualidade de vida de crianças de 08 a 10 anos, que estavam em tratamento nas clínicas do Departamento de Odontopediatria e Ortodontia da Faculdade de Odontologia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). A amostra foi composta por 35 crianças, de 8 a 10 anos de idade, de ambos os gêneros das clínicas de ortodontia e odontopediatria da faculdade de odontologia da Universidade Federal de Minas Gerais. Dezessete crianças foram submetidas a tratamento com aparelhos para disjunção palatina (Haas, Haas Borboleta e Hyrax), e 18 crianças estavam apenas em acompanhamento. Para avaliar a qualidade de vida das crianças, foi utilizada na pesquisa a versão brasileira do Child Perceptions Questionnaire (CPQ08-10), aplicado em forma de entrevista em três momentos do tratamento: antes da colocação do disjuntor, após ativação do aparelho e antes da remoção. No grupo controle os intervalos entre as entrevistas foram similares aos intervalos usados no grupo de crianças usando disjuntores. Este estudo foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da UFMG e todas as crianças entrevistadas assinaram o Termo de Consentimento Livre e Eclarecido, assim como seus pais/ responsáveis. Foram feitas análises descritivas e teste Anova na avaliação dos dados. Sessenta por cento da amostra eram meninas. Quanto à idade, 34,3% tinham 8 anos, 45,7% 9 anos e o restante tinha 10 anos. A maioria das crianças do grupo de disjuntores (70,6%) usou o aparelho do tipo Hyrax. Os resultados mostraram diferenças estatisticamente significativas entre os grupos apenas para limitações funcionais após a ativação do aparelho (p=0,001). Conclui-se que aparelhos para disjunção palatina causam impactos negativos na qualidade de vida de crianças apenas no período inicial do uso do aparelho.
local.publisher.initialsUFMG

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