Sistemática de molossus (mammalia: chiroptera: molossidae) com ênfase nas espécies ocorrendo no Brasil

dc.creatorLivia Oliveira Loureiro
dc.date.accessioned2019-08-13T18:43:39Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:08:41Z
dc.date.available2019-08-13T18:43:39Z
dc.date.issued2014-03-27
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUOS-9K4FJZ
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectZoologia
dc.subject.otherZoologia
dc.titleSistemática de molossus (mammalia: chiroptera: molossidae) com ênfase nas espécies ocorrendo no Brasil
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor-co1Fernando Araujo Perini
local.contributor.advisor1Renato Gregorin
local.contributor.referee1Marcelo Rodrigues Nogueira
local.contributor.referee1Valeria Tavares
local.description.resumoApesar de serem relativamente pouco diversos em termos de número de espécies quando comparados com outros grupos de vertebrados, os mamíferos apresentam uma enorme disparidade adaptativa e morfológica, o que contribui para o acúmulo de uma grande quantidade de informações sobre os padrões de variação e zoogeográficos. Estas informações permitem uma grande gama de inferências sobre os vários processos que agem sobre a evolução e a diversidade do grupo (Vivo, 1996). Entretanto, estudos sobre a biologia evolutiva e diversidade estão disponíveis de maneira desigual para diferentes ordens de mamíferos. A ordem Chiroptera, em particular, apesar de ser a segunda maior ordem de mamíferos em número de espécies (Simmons, 2005), ainda carece de estudos taxonômicos e filogenéticos para grande parte dos grupos que a compõem. Entre os morcegos, algumas famílias são mais bem conhecidas do que outras, como as famílias Phyllostomidae e Mormoopidae, que apresentam padrões de diversidade e história filogenética mais claros, em função da maior disponibilidade de estudos (Wetterer et al., 2000; Simmons & Conway, 2001). Por outro lado, outras famílias são ainda carentes de amostragem e estudos taxonômicos, particularmente as famílias Emballonuridae, Vespertilionidae e Molossidae, apesar de representarem uma parcela significativa da diversidade de morcegos (Simmons, 2005). Esta lacuna no conhecimento torna ainda mais urgentes estudos sobre sua riqueza e distribuição geográfica, em virtude das conseqüências negativas sobre que incidem sobre o conhecimento da ecologia e do status de conservação de muitas espécies.
local.publisher.initialsUFMG

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