Gênero, drogas e cuidado: normalização e singularidade nas práticas de saúde

dc.creatorIsabela Saraiva
dc.creatorMarco Aurélio Máximo Prado
dc.date.accessioned2024-06-04T15:14:26Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:26:30Z
dc.date.available2024-06-04T15:14:26Z
dc.date.issued2022-06-28
dc.description.abstractIn this assay, we discuss how the heterosexual gender norms establish specific practices to the experience of drug-abusive women and to the health care directed to them. We analyze how women are subjected to the condition of object in the health practices, mainly based on biopolitical normalization and organized by medicalization device, which focuses less on hearing of the singularities than on the management of the bodies. We conclude affirming the importance of binding as the relational technology for the increasing of the possibilities for singularities understanding, an important basis for a deeper exploration of the women ways of engaging the world, and for the development of strategies for care and preservation in drug use.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.5565/rev/athenea.2942
dc.identifier.issn1578-8946
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/68798
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofAthenea Digital
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectPolítica pública
dc.subjectIdentidade
dc.subjectIdentidade de Gênero
dc.subjectSaúde
dc.subject.otherPapéis de gênero
dc.subject.otherPolítica de drogas
dc.subject.otherPolítica de saúde
dc.titleGênero, drogas e cuidado: normalização e singularidade nas práticas de saúde
dc.title.alternativeGender, drugs and care: normalization and singularities in health practices
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage20
local.citation.issue2
local.citation.spagee2942
local.citation.volume22
local.description.resumoNeste ensaio discutimos como a norma de gênero heterossexual estabelece contornos específicos à experiência de mulheres usuárias abusivas e/ou compulsivas de drogas e ao cuidado em saúde a elas direcionado. Analisamos o modo como as mulheres são alçadas à condição de objeto nas práticas de saúde, majoritariamente fundamentadas na normalização biopolítica e organizadas a partir do dispositivo da medicalização, que se ocupa menos da escuta das singularidades do que da gestão dos corpos. Concluímos afirmando a importância do vínculo como tecnologia relacional para a ampliação das possibilidades de compreensão das singularidades, fundamento essencial para a exploração aprofundada das formas de engajamento das mulheres com o mundo e para a elaboração de estratégias de cuidado e preservação no uso de drogas.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0003-0839-1512
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-3207-7542
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAF - DEPARTAMENTO DE PSICOLOGIA
local.publisher.departmentFAFICH - FACULDADE DE FILOSOFIA E CIENCIAS HUMANAS
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://atheneadigital.net/article/view/v22-n2-queiroz-prado

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