The middle power trap and the struggle status : how the Nonproliferation regime hampered the aspirations of emerging regional powers

dc.creatorJoão Paulo Nicolini Gabriel
dc.date.accessioned2024-05-07T20:06:59Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:54:56Z
dc.date.available2024-05-07T20:06:59Z
dc.date.issued2023-12-21
dc.description.abstractEsta pesquisa investiga se o estabelecimento de regimes internacionais produz efeitos colaterais no desenvolvimento científico de potências regionais emergentes. Para abordar esse quebra-cabeça, este trabalho mergulha no regime de não proliferação durante a Guerra Fria. Foi o período em que mecanismos de não proliferação foram estabelecidos porque vários estados demonstraram interesse no campo nuclear. Ao realizar um projeto de pesquisa qualitativa para avaliar o raciocínio por trás da relutância das potências regionais emergentes em cumprir as regras de não proliferação, este estudo revela a existência de um mecanismo causal em nível estrutural chamado de "The Middle Power Trap" (MPT). Isso se refere às tentativas das grandes potências de fazer com que outros estados aceitem suas regras internacionais para preservar o status quo e, assim, persuadi-los a se comportar diplomaticamente como potências médias tradicionais que respeitam normas e levantam questões dentro de organizações prescritas. Essa contribuição teórica aprimora abordagens críticas das Relações Internacionais (RI) para estigmatização e disputas por status. Portanto, este trabalho analisa as histórias nucleares do Brasil para observar como potências regionais emergentes lidaram com forças externas que dificultavam seu desenvolvimento científico. Este estudo tenta explicar o resultado observado na história brasileira (aceitação dos instrumentos de não proliferação) por meio de uma análise de rastreamento de processos. Por fim, reforço a inferência descrevendo um caso sombra: a história nuclear da Índia.
dc.description.sponsorshipCAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/68117
dc.languageeng
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relationPrograma Institucional de Internacionalização – CAPES - PrInt
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectCiência política - Teses
dc.subjectNão-proliferação nuclear - Teses
dc.subjectPolítica nuclear - Brasil - Teses
dc.subjectRelações internacionais - Teses
dc.subjectCiência e tecnologia - Teses
dc.subject.otherMiddle power trap
dc.subject.otherInternational relations
dc.subject.otherScientific development
dc.subject.otherInternational regimes
dc.subject.otherNuclear proliferation
dc.subject.otherBrazilian nuclear program
dc.titleThe middle power trap and the struggle status : how the Nonproliferation regime hampered the aspirations of emerging regional powers
dc.title.alternativeA armadilha de potência média e a luta pelo status : como o regime de não proliferação prejudicou as aspirações de potências regionais emergentes.
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor-co1Pierre Vercauteren
local.contributor.advisor1Dawisson Belém Lopes
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2002314936671237
local.contributor.referee1Elena Aoun
local.contributor.referee1Aziz Tuffi Saliba
local.contributor.referee1Sebastian Santander
local.contributor.referee1João Paulo Ferraz Oliveira
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/9356537757576148
local.description.resumoThis research investigates if the establishment of international regimes produces side effects on the scientific development of emerging regional powers. To address this puzzle, this work delves into the nonproliferation regime during the Cold War. It was the period when nonproliferation mechanisms were established because several states demonstrated interest in the nuclear field. By undertaking a qualitative research design to assess the reasoning behind the reluctance of emerging regional powers to abide by nonproliferation rules, this study unveils the existence of a structural-level causal mechanism named the Middle Power Trap (MPT). It refers to great powers’ attempts to make other states acquiesce to their international rules to preserve the status quo and thereby, persuade them to diplomatically behave like traditional middle powers who respect norms and raise issues inside prescribed organizations. Such a theoretical contribution refines critical International Relations (IR) approaches to stigmatization and disputes for status. Hence, this work analyzes the nuclear histories of Brazil to observe how emerging regional powers coped with external forces hindering their scientific development. This study tries to explain the observed outcome in Brazilian history (acquiesced to the nonproliferation instruments) by undertaking a process-tracing analysis. Finally, I reinforce the inference depicting a shadow case: the Indian nuclear history.
local.identifier.orcid0000-0002-4239-3522
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAF - DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA POLÍTICA
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Ciência Política

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