Detecção de RNA do vírus influenza A por RT-qPCR em fezes de amostras de campo de suínos

dc.creatorNágila Rocha Aguilar
dc.date.accessioned2023-02-16T15:47:55Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:19:57Z
dc.date.available2023-02-16T15:47:55Z
dc.date.issued2022-11-21
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/50134
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subject.otherSuíno
dc.subject.otherVeterinária
dc.titleDetecção de RNA do vírus influenza A por RT-qPCR em fezes de amostras de campo de suínos
dc.typeMonografia de especialização
local.contributor.advisor1Erica Azevedo Costa
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/5461029841392404
local.description.resumoO vírus Alphainfluenzavirus influenzae, pertence ao gênero Alphainfluenzavirus e à família Orthomyxoviridae, contém um RNA fita simples de sentido negativo de genoma segmentado de diferentes tamanhos, cada segmento do genoma viral é responsavel por codificar uma proteína específica. Os suínos são infectados pelo contato direto e indireto com secreções, descarga nasal e aerossóis de outros animais infectados, o vírus chega ao trato respiratório e replica nas células epiteliais da mucosa nasal, traqueia e pulmões e causa sinais clínicos típicos de gripe como como tosse, secreção nasal e ocular, além de sintomas não específicos como febre, apatia, perda de peso. A presença do vírus da gripe em fezes de algumas espécies já foi detectada. O motivo da presença do vírus no trato intestinal ainda é desconhecido. A confirmação de surtos nas granjas pode ser feito através de isolamento do vírus, detecção do genoma viral por RT-PCR ou RT-qPCR. Análises sorológicas para identificar o subtipo circulante podem ser feitas utilizando técnicas como HI. O objetivo do estudo foi detectar o RNA do vírus influenza A nas fezes de suínos naturalmente infectados em uma granja comercial no estado de Minas Gerais para indicar uma possível nova forma de transmissão fecal –oral entre os animais. Como metodologia, amostras de swab retal, swab nasal e soro de animais que apresentavam sintomas gripais, foram coletadas e foi realizado RT-qPCR como triagem e RT-PCR nested para a subtipagem das amostras positivas. As análises sorológicas foram submetidas ao teste de HI para detectar o título de anticorpos dos animais contra os subtipos HINIpdm09, H3N2, H1hu (H1N1 e H1N2 sazonal de origem humana). Os resultados do teste de RT-qPCR mostraram que 7,89% (3/38) dos suínos são positivos para Influenza A nas fezes. Na subtipagem, foi observada a presença de H1N1 pandêmico de 2009 e H1 de origem sazonal humana. Os suínos positivos nas fezes para influenza A estavam negativos no swab nasal e com títulos de anticorpos baixos, nos testes de HI, indicando uma infecção tardia. Os animais também apresentaram uma co-infecção com PCV2. Em virtude do exposto acima, este estudo indicou um possível novo modo de transmissão fecal-oral do vírus nos suínos e a presença do vírus no ambiente assim, a necessidade de controle sistemático das granjas uma vez que a Influenza A é de fácil dispersão e afeta diretamente a qualidade do rebanho, causando prejuízos relevantes aos produtores e podendo propagar a doença para os humanos tornando-se assim um importante indicador de controle epidemiológico.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programCurso de Especialização em Residência em Medicina Veterinária II

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