Meu corpo e meu cabelo na escola
| dc.creator | Maria Angelica Jesus Costa | |
| dc.date.accessioned | 2019-08-09T21:30:03Z | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-08T23:34:02Z | |
| dc.date.available | 2019-08-09T21:30:03Z | |
| dc.date.issued | 2015-05-09 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/BUOS-ADSN3V | |
| dc.language | Português | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.rights | Acesso Aberto | |
| dc.subject | Professores de ensino fundamental Formação | |
| dc.subject | Multiculturalismo Estudo e ensino (Ensino fundamental) | |
| dc.subject.other | Corpo | |
| dc.subject.other | Cabelo | |
| dc.subject.other | Imagem | |
| dc.subject.other | Identidade | |
| dc.title | Meu corpo e meu cabelo na escola | |
| dc.type | Monografia de especialização | |
| local.contributor.advisor1 | Rodrigo Ednilson de Jesus | |
| local.contributor.referee1 | Michele Lopes da Silva | |
| local.description.resumo | O presente trabalho apresenta reflexões e observações sobre um plano de ação desenvolvido na Escola Municipal Florestan Fernandes, com objetivo de promover a aceitação da estética negra e produzir uma imagem positiva do corpo e do cabelo do negro. O texto discute como acontece no cotidiano escolar a relação com a estética negra, principalmente com do cabelo, e como essa relação pode interferir na construção da identidade dos estudantes, principalmente das meninas. Tendo como principal referência, (GOMES_2002), que discute o papel da escola como formadora de saberes culturais que contribuem para a construção das identidades, questionando no seu interior práticas que contribuem para a reprodução do padrão de beleza que prima pela brancura. As reflexões de Gomes nos sugere que a presença de imagens e práticas que valorizem a cultura e a estética negra poderá contribuir para a construção de uma identidade negra positiva em nossos alunos, além de facilitar as relações raciais no interior da escola. Pensando em produzir uma imagem positiva do corpo negro e do cabelo crespo, foram desenvolvidas atividades tais como: exibição de vídeos seguida de roda de conversa, oficinas de penteados afro e exposições fotográficas. As discussões feitas no decorrer das atividades nos possibilitaram a reflexão de que é necessário promover a valorização da estética negra desde os primeiros anos da vida escolar, pois o encontro entre os diferentes no interior da escola nos traz desafios, que só serão vencidos com práticas pedagógicas que reconheça o outro | |
| local.publisher.initials | UFMG |
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