Pandemia como laboratório de poder

dc.creatorMarco Antônio Sousa Alves
dc.date.accessioned2022-08-22T13:38:38Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:00:13Z
dc.date.available2022-08-22T13:38:38Z
dc.date.issued2020
dc.description.abstractSanitary crises are propitious moments for the experimentation of new technologies of power. In these contexts, old governance practices are put on hold and, in an emergency and exceptional character, new tactics of control and social organization are tested. The study developed in this article is based on the analysis undertaken by Foucault throughout the 1970s. He distinguished three answers: leprosy, plague, and smallpox models, associated with different mechanisms of power, namely, sovereign-legal, disciplinary and biopolitical or security apparatuses, respectively. After a presentation of Foucault's contribution, the article seeks to draw an update, continuing the project of an analysis of power. The focus is then directing to the new model of COVID-19 that emerges in the present, marked by the datification of life, the use of big data, the ubiquitous surveillance, and the algorithmic government, within a big technocratic dream, of a digitalized society, controlled and managed efficiently.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.53981/destroos.v1i1.32801
dc.identifier.issn2763-518X
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/44434
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartof(Des)troços
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectCOVID-19 Pandemia, 2020-
dc.subjectEpidemias
dc.subjectFoucault, Michel, 1926-1984
dc.subject.otherPandemia
dc.subject.otherFoucault
dc.subject.otherPoder
dc.subject.otherModelo da Covid-19
dc.titlePandemia como laboratório de poder
dc.title.alternativePandemic as a laboratory of power
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage62
local.citation.issue1
local.citation.spage51
local.citation.volume1
local.description.resumoCrises sanitárias constituem momentos propícios para a experimentação de novas tecnologias de poder. Nesses contextos, velhas práticas de governo são colocadas em suspenso e, em caráter inicialmente emergencial e excepcional, novas táticas de controle e organização social são ensaiadas. O estudo desenvolvido neste artigo toma por base a análise empreendida por Foucault ao longo dos anos 1970, que distinguiu três ensaios nesse sentido, quais sejam, o modelo da lepra, da peste e da varíola, que estão associados a diferentes mecanismos de poder, de tipo soberano-legal, disciplinar e biopolítico ou securitário, respectivamente. Após uma apresentação da contribuição foucaultiana, o artigo procura traçar uma linha de atualização, dando prosseguimento ao projeto de uma analítica do poder. O foco é então direcionando para o novo modelo da COVID-19 que emerge no presente, marcado pela datificação da vida, pelo uso de big data, pela vigilância ubíqua e pelo governo algorítmico, no seio de um grande sonho tecnocrático, de uma sociedade digitalizada, controlada e gerida eficientemente.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-3545-0293
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentDIR - DEPARTAMENTO DE DIREITO DO TRABALHO E INTRODUÇÃO AO ESTUDO DO DIREITO
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://periodicos.ufmg.br/index.php/revistadestrocos/article/view/32801

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