Resultados intra e pós-operatórios imediatos do tratamento domegaesôfago não avançado pela técnica de pinotti modificada,por via laparoscópica: estudo prospectivo em 100 pacientes

dc.creatorSergio Alexandre da Conceicao
dc.date.accessioned2019-08-11T19:39:01Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:54:45Z
dc.date.available2019-08-11T19:39:01Z
dc.date.issued2007-03-02
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/ECJS-757NQV
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectTempo de internação
dc.subjectTranstornos da deglutição
dc.subjectResultado de tratamento
dc.subjectAcalásia esôfagica/história
dc.subjectMorbidade
dc.subjectEstudos prospectivos
dc.subjectCirurgia
dc.subjectDoença de Chagas/cirurgia
dc.subjectLaparoscopia/métodos
dc.subjectComplicações intra-operatórias
dc.subjectAcalásia esofágica/cirurgia
dc.subject.otherTécnica de Pinotti
dc.subject.otherEsofagocardiomiotomia
dc.subject.otherMegaesôfago
dc.titleResultados intra e pós-operatórios imediatos do tratamento domegaesôfago não avançado pela técnica de pinotti modificada,por via laparoscópica: estudo prospectivo em 100 pacientes
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor1Paulo Roberto Savassi Rocha
local.contributor.referee1Edvaldo Fahel
local.contributor.referee1Augusto Diogo Filho
local.contributor.referee1Alberto Julius Alves Wainstein
local.contributor.referee1Marco Tulio Costa Diniz
local.description.resumoEste estudo tem por objetivo avaliar os resultados da esofagocardiomiotomia extramucosa com fundoplicatura ântero-lateral esquerda (operação de Pinotti modificada) no tratamento do megaesôfago não avançado pelo acesso laparoscópico. No período de 1994 a 2004, foram estudados prospectivamente 100 pacientes consecutivos operados no Instituto Alfa de Gastroenterologia do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Minas Gerais. Desses, 52 eram mulheres e 48 homens, com idade variando de 11 a 79 anos e média de 45,6 ± 18,2 anos. Foram 42 indivíduos leucodérmicos, 40faiodérmicos e 18 melanodérmicos. À exceção de um, os demais apresentavam disfagia, cuja evolução variava de três meses a cinco anos ou mais. Outros sinais e sintomas incluíram regurgitação, emagrecimento, dor torácica, odinofagia e alterações respiratórias. Todos foram submetidos a um ou mais testes para pesquisa de doença de Chagas, confirmando a tripanosomíase na metade dos casos. Submeteram-se também a esofagograma e endoscopia digestiva alta no período pré-operatório. Foram analisados o tempo operatório, as complicações intra e pós-operatórias imediatas, a possibilidade de associação de procedimento e as causas de conversões. O tempo operatório variou de 100,0 a 360,0 minutos, dependendo da ocorrência de operações associadas, complicações intraoperatórias, conversões, presenças de laparotomias e de dilatações prévias, com média de 196,6 minutos para os casos sem fatores complicadores. Ocorreramtrês conversões, sendo duas por problemas com a aparelhagem e a outra devido a múltiplas aderências, que dificultaram o acesso seguro. A principal complicação intra-operatória foi perfuração da mucosa, que ocorreu em 11 casos, todos prontamente corrigidos no mesmo ato operatório, pela mesma via de acesso. Somente uma paciente evoluiu para o óbito, por problemas cardíacos não relacionados diretamente à técnica utilizada. A dieta geralmente foi liberada no primeiro dia de pós-operatório e o paciente recebeu alta até o terceiro dia de pósoperatório em 88,0% dos casos. Concluiu-se que a técnica de Pinotti modificada é factível de ser realizada pela via laparoscópica com segurança e baixas morbidade e mortalidade.
local.publisher.initialsUFMG

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