O erotismo de Helena na Ilíada: Dioniso, a perspectiva homérica e o gosto dos comentadores

dc.creatorAntonio Orlando de Oliveira Dourado Lopes
dc.date.accessioned2023-08-03T16:40:01Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:34:04Z
dc.date.available2023-08-03T16:40:01Z
dc.date.issued2019-12-31
dc.description.abstractWhen she shows up in the Iliad, Helen is not any more erotically involved with Paris, accepting to lay down with him just because Aphrodite had obliged her to do so. If, on the one hand, Helen’s behavior seems to call into question the erotic dimension of her relation with Paris, on the other the poet will state in Iliad 24, 30 that it was the ‘feminine randiness’ (makhlosýnē) thrown upon her by Aphrodite that created her union with Paris, causing so many deaths as a consequence. Since the word makhlosýnē isn’t used nowhere else in the Homeric poems, some ancient commentators considered the possibility of athetizing the passage, because it would introduce in the poem an understanding of the erotic relation incompatible to the Iliad as a whole. Nevertheless, the explanation of this term in a scholion to the passage based on a reference to the Hesiodic fragment 132 M-W (= fr. 81 Most) adds new elements to its interpretation.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.24277/classica.v32i2.881
dc.identifier.issn0103-4316
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/57413
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofClassica - Revista Brasileira De Estudos Clássicos
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectLetras
dc.subjectLiteratura
dc.subjectEscritores gregos
dc.subjectErotismo
dc.subject.otherMakhlosýnē
dc.subject.otherErotismo
dc.subject.otherIlíada
dc.subject.otherHesíodo
dc.subject.otherAfrodite
dc.titleO erotismo de Helena na Ilíada: Dioniso, a perspectiva homérica e o gosto dos comentadores
dc.title.alternativeHelen's erotism in the Iliad: Dionysos, the homeric perspective and the commentators' taste
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage316
local.citation.issue2
local.citation.spage283
local.citation.volume32
local.description.resumoQuando aparece na Ilíada, Helena já não está mais envolvida eroticamente com Páris, aceitando deitar-se com ele apenas porque Afrodite a obriga. Se, por um lado, o comportamento de Helena parece colocar em questão o erotismo de sua relação com Páris, por outro o poeta afirmará em Ilíada 24, 30 que foi a ‘lascívia feminina’ (makhlosýnē) lançada por Afrodite que causou a união com Páris, consequentemente levando a tantas mortes. Como o termo ‘makhlosýnē’ não aparece nenhuma outra vez nos poemas homéricos, alguns comentadores antigos colocaram em dúvida a autenticidade da passagem, que introduziria segundo eles uma compreensão da relação erótica estranha à Ilíada como um todo. Todavia, o esclarecimento do termo em um escólio da Ilíada a partir da referência ao fragmento hesiódico 132 M-W (= fr. 81 Most) traz novos elementos para sua interpretação.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0003-2860-2137
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFALE - FACULDADE DE LETRAS
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://revista.classica.org.br/classica/article/view/881

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