Qual versão do eu? : Construção das identidades narrativa e de gênero e sua relação com corpo transgênero na adolescência

dc.creatorLarissa Lima Costa
dc.date.accessioned2023-10-25T16:02:38Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:17:54Z
dc.date.available2023-10-25T16:02:38Z
dc.date.issued2023-05-29
dc.description.abstractFor the last fifteen-year, Brazil has been at the top of the ranking of homicides of transgender individuals worldwide. Thus, there is a need and urgency to address and discuss issues involving transgender people, such as the construction of their identities. This work aims, firstly, to analyze the relationship between identity and body. Afterwards, the narrative identity will be studied, mainly based on the proposal presented by Marya Schechtman, which encompasses not only an individual process but also the intersubjectivity of narratives created together with other people. Then, it will be discussed how possible changes occur in transgender bodies in youth and their relationship with gender identity, as well as what would be the affirmative model of gender in Brazil. Finally, a study of the links between the concepts will be carried out in order to provide opportunities for the analysis of how the gender affirmative model, when modifying the body of transgender adolescents, can reconcile the narrative identity with their gender identity. Given that if the body does not represent the person's gender identity, the narrative identity can be distorted in relation to the self-narrated by the individual, the sooner the gender-affirmative model is presented to the adolescent, the sooner there will be compatibility with the identity narrative, which is formed from experiences, individual and intersubjective, throughout a process of continuous construction. However, this process cannot harm the autonomy, otherness and dignity that are the dimensions of the person.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/60010
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/3.0/pt/
dc.subjectDireito
dc.subjectIdentidade de gênero
dc.subjectPessoas trangênero - Identidade
dc.subjectAdolescentes
dc.subject.otherIdentidade narrativa
dc.subject.otherIdentidade de gênero
dc.subject.otherCorpos
dc.subject.otherAdolescente transgênero
dc.titleQual versão do eu? : Construção das identidades narrativa e de gênero e sua relação com corpo transgênero na adolescência
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Brunello Souza Stancioli
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/7925589410115058
local.contributor.referee1Marco Antônio Sousa Alves
local.contributor.referee1Daniel Mendes Ribeiro
local.contributor.referee1Mariana Alves Lara
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/0216621708922716
local.description.resumoHá quinze anos, o Brasil se mantém no topo do ranking dos relatórios de homicídios de indivíduos transgênero em todo o mundo. Verifica-se, assim, a necessidade e a urgência de abordar e discutir assuntos que envolvem pessoas transgênero, como é o caso da construção de suas identidades. Esse trabalho visa, primeiramente, fazer uma análise sobre a relação entre identidade e corpo. Logo após, será estudada a identidade narrativa, principalmente com base na proposta apresentada por Marya Schechtman, que abarca não só um processo individual como também a intersubjetividade de narrativas criadas em conjunto com outras pessoas. Em seguida, será abordado como ocorrem as possíveis modificações nos corpos transgênero na juventude e sua relação com a identidade de gênero, bem como o que seria o modelo afirmativo de gênero no Brasil. Por fim, será realizado um estudo dos elos entre os conceitos a fim de oportunizar a análise de como o modelo afirmativo de gênero ao modificar o corpo de adolescentes transgênero pode compatibilizar a identidade narrativa com a sua identidade de gênero. Dado que se o corpo não representa a identidade de gênero da pessoa, a identidade narrativa pode ser distorcida em relação ao eu narrado pelo indivíduo, quanto antes houver a apresentação do modelo afirmativo de gênero para o adolescente, mais cedo haverá sua compatibilidade com a identidade narrativa, que é formada a partir de experiências, individuais e intersubjetivas, ao longo de um processo de construção contínuo. No entanto, esse processo não pode ferir a autonomia, a alteridade e a dignidade que são as dimensões da pessoa.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentDIREITO - FACULDADE DE DIREITO
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Direito

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