Vivência da equipe de enfermagem em relação à terminalidade do paciente grave em unidade de terapia intensiva

dc.creatorLidiane Naiara Teixeira
dc.date.accessioned2021-11-08T02:59:48Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:39:33Z
dc.date.available2021-11-08T02:59:48Z
dc.date.issued2018-05-02
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/38605
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectAtitude frente a morte
dc.subjectUnidades de terapia intensiva
dc.subjectEquipe de Enfermagem
dc.subjectDoente terminal
dc.subjectAssistência terminal/psicologia
dc.subject.otherAtitude frente à morte
dc.subject.otherEnfermagem
dc.subject.otherUnidades de Terapia Intensiva
dc.titleVivência da equipe de enfermagem em relação à terminalidade do paciente grave em unidade de terapia intensiva
dc.typeMonografia de especialização
local.contributor.advisor1Anadias Trajano Camargos
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2462380149672598
local.description.resumoA terminalidade é rotineira nas Unidades de Terapia Intensiva e no cotidiano dos profissionais que ali trabalham. Sendo assim, é fundamental que a equipe de enfermagem seja preparada para exercer sua função com zelo e cuidado, colocando em prática os procedimentos teórico práticos, principalmente porque procura a estabilidade emocional diante de uma realidade quase sempre crítica e irreversível. O objetivo deste estudo foi identificar na literatura como a equipe de enfermagem vivencia a terminalidade frente ao atendimento de pacientes críticos nas Unidades de Terapia Intensiva. Trata-se de uma revisão integrativa da literatura, realizada no período de agosto a dezembro de 2017. Os resultados do estudo apontam que os profissionais que trabalham nas Unidades de Terapia Intensiva, onde são tratados pacientes em estado crítico, está presente em suas rotinas, grandes dificuldades em lidar com a probabilidade da morte, especialmente a equipe de enfermagem, que mantém o contato mais próximo com o paciente. Os profissionais de enfermagem, muitas vezes, sentem-se impotente e despreparado para viver essa realidade. Concluiu-se que as instituições de ensino não estão preparando de forma adequada os futuros profissionais para que saibam lidar com o binômio vida morte. É importante que essa realidade seja mudada, a formação acadêmica, em destaque, por meio de uma disciplina teórico prática, garantindo que os mesmos possam lidar com o paciente com risco de vida, com seus familiares e que consigam lidar com esta proximidade com a morte.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentENFERMAGEM - ESCOLA DE ENFERMAGEM
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programCurso de Especialização em Estratégia do Cuidar em Enfermagem

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