Frailty in older adults attending an outpatient geriatric clinic as measured by the visual scale of frailty

dc.creatorMarco Túlio Gualberto Cintra
dc.creatorFelipe Ferreira Guimarães
dc.creatorCislene Teixeira de Souza
dc.creatorFernanda Silva Trindade Luz
dc.creatorÉrica Dias Murta
dc.creatorMaria Aparecida Bicalho
dc.creatorEdgar Nunes de Moraes
dc.date.accessioned2023-08-07T21:19:51Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:01:30Z
dc.date.available2023-08-07T21:19:51Z
dc.date.issued2019-04-16
dc.description.abstractINTRODUÇÃO: Os instrumentos atualmente existentes para diagnóstico de fragilidade apresentam limitações relacionadas à incorporação exclusiva de métodos de avaliação da mobilidade, não incorporação de comorbidades e dicotomização em frágil e não frágil, prejudicando a adequada identificação do idoso frágil. OBJETIVO: Avaliar o perfil de fragilidade da população em serviço de atenção secundária de geriatria de Belo Horizonte, Brasil, segundo a Escala Visual de Fragilidade e descrever os cinco níveis de estado de saúde aventados quanto à funcionalidade, incapacidades e comorbidades. METODOLOGIA: Foram avaliados prontuários de pacientes atendidos entre fevereiro de 2011 e fevereiro de 2014 e foi realizada a classificação desses idosos segundo a Escala Visual de Fragilidade. As análises de variáveis contínuas foram realizadas pelo teste ANOVA ou Kruskal-Wallis e, para as variáveis categóricas, o teste do χ2, por meio do Statistical Package for the Social Sciences (SPSS®) 19.0. RESULTADOS: Foram avaliados 813 prontuários, entre esses pacientes, 5,2% foram considerados como robusto, 31% sob risco de fragilização, 24,6% como frágil, 34,8% como frágil de alta complexidade e 4,4% como frágil em fase final de vida. A análise das categorias de estado de saúde demonstrou associação entre essas categorias e o maior acometimento da funcionalidade e maior presença de incapacidades e comorbidades. CONCLUSÃO: A Escala Visual de Fragilidade demonstrou ser uma importante ferramenta na avaliação do estado de saúde dos idosos e indicou elevado nível de fragilidade na população estudada.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doi10.5327/Z2447-211520191900002
dc.identifier.issn24472115
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/57581
dc.languageeng
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofGeriatrics, Gerontology and Aging
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectEnvelhecimento
dc.subjectComobirdades
dc.subjectIdoso Fragilizado
dc.subjectSaúde do idoso
dc.subjectVulnerabilidade em Saúde
dc.subject.otherAging
dc.subject.otherComorbidity
dc.subject.otherFrail elderly
dc.subject.otherHealth of the elderly
dc.subject.otherHealth vulnerability
dc.titleFrailty in older adults attending an outpatient geriatric clinic as measured by the visual scale of frailty
dc.title.alternativeFragilidade de idosos atendidos em ambulatório de geriatria segundo a escala visual de fragilidade
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage23
local.citation.issue1
local.citation.spage17
local.citation.volume13
local.description.resumoBACKGROUND: Existing instruments for the diagnosis of frailty are limited by their focus on mobility evaluation, failure to incorporate comorbidities, and dichotomous classification of patients as frail or non-frail, which hinders adequate identification of frail older adults. OBJECTIVE: To evaluate the frailty profile of outpatients seen at a secondary geriatric care service in Belo Horizonte, Brazil, as measured by the Visual Scale of Frailty, and describe the five levels of health status proposed by this instrument in terms of function, disabilities, and comorbidities. METHODS: The medical records of patients who attended the clinic between February 2011 and February 2014 were evaluated, and the patients classified in accordance with the Visual Scale of Frailty. Continuous variables were analyzed by ANOVA or the Kruskal-Wallis test, and categorical variables, by the χ 2 test. Analyses were performed in SPSS Version 19.0. RESULTS: A total of 813 medical records were evaluated. Among these patients, 5.2% were considered robust, 31% at risk of frailty, 24.6% as frail, 34.8% as highly complex frail, and 4.4% as frail individuals in the final stage of life. Analysis of the health status categories demonstrated an association between these categories, greater functional impairment, and greater presence of disabilities and comorbidities. CONCLUSION: The Visual Scale of Frailty is a useful tool in assessing the health status of older adults and indicated a high prevalence of frailty in the studied population.
local.identifier.orcid0000-0003-3089-655x
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentMED - DEPARTAMENTO DE CLÍNICA MÉDICA
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttp://www.ggaging.com/details/510/en-US/frailty-in-older-adults-attending-an-outpatient-geriatric-clinic-as-measured-by-the-visual-scale-of-frailty

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