Escuta e referencialidade. Composição em diálogo com o meio ambiente

dc.creatorMarcelo Ricardo Villena
dc.date.accessioned2019-08-14T09:17:23Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:16:47Z
dc.date.available2019-08-14T09:17:23Z
dc.date.issued2017-03-02
dc.description.abstractFrom a theoretical research on two key concepts (listening and referentiality) three types of performative procedures are developed for compositions that seek to establish relationships between soundscapes and musical sounds produced with acoustic means. The concept of referentiality, aided by Intersemiotic Translation and Topical Theory, is used to understand the mechanisms implicit in the compositional act of connecting environmental stimuli with musical materials. The listening and environmental perception is evaluated as a methodology for composition planning, through the Ecological Theory of Perception (James Gibson), Ecological Listening (Eric Clarke) and Sensitive Listening (Marton). The work also accepts contributions from the reflection of the relations between music and the environment present in indigenous cultures (Aztec, kuikuro, kidsêjê, tikmu'un), the study of theoretical writings and / or listening to compositions by: Jonathan Kramer, Olivier Messiaen , Ulises Ferretti, John Cage, Peter Ablinger, Morton Feldman, David Monacchi, Lilian Nakahodo and Mathew Burtney. This theoretical study allows the elaboration of the three performance proposals mentioned above: 1) pieces for traditional acoustic instruments to be performed in a conventional concert situation; 2) pieces to be played through the manipulation of everyday objects, harvested in specific environments; And 3) pieces to be played in specific places, of indeterminate character, in which the flow of musical events is defined at the moment of execution from the listening of the environmental sonorities.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/AAGS-AL7HXB
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectMusica
dc.subjectSons musicais
dc.subjectPaisagem sonora
dc.subjectComposição (Musica)
dc.subject.othertranscriação
dc.subject.otherpaisagem sonora
dc.subject.otherecologia acústica
dc.subject.otherescuta ecológica
dc.subject.otherescuta sensível
dc.titleEscuta e referencialidade. Composição em diálogo com o meio ambiente
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor1Joao Pedro Paiva de Oliveira
local.contributor.referee1Daniel Eduardo Quaranta
local.contributor.referee1Felipe de Oliveira Amorim
local.contributor.referee1Marco Antonio Farias Scarassatti
local.contributor.referee1Rogerio Vasconcelos Barbosa
local.description.resumoA partir de uma pesquisa teórica sobre dois conceitos-chaves (escuta e referencialidade) desenvolvem-se três tipos de procedimentos performáticos para composições que buscam estabelecer relações entre paisagens sonoras e sonoridades musicais produzidas com meios acústicos. O conceito de referencialidade, auxiliado pela Tradução Intersemiótica e a Teoria das Tópicas, é empregado para compreender os mecanismos implícitos no ato compositivo de conectar os estímulos ambientais com materiais musicais. A escuta e percepção ambiental são avaliadas como metodologia para o planejamento da composição, através da Teoria Ecológica da Percepção (James Gibson), a Escuta Ecológica (Eric Clarke) e a Escuta Sensível (Marton). O trabalho aceita também contribuições vindas da reflexão das relações entre música e meio ambiente presentes em culturas indígenas (astecas, kuikuro, kidsêjê, tikmuun), do estudo de escritos teóricos e/ou a escuta de composições de: Jonathan Kramer, Olivier Messiaen, Ulises Ferretti, John Cage, Peter Ablinger, Morton Feldman, David Monacchi, Lilian Nakahodo e Mathew Burtney. Este estudo teórico possibilita a elaboração das três propostas performáticas acima referidas: 1) peças para instrumentos acústicos tradicionais a serem executadas em situação convencional de concerto; 2) peças para serem tocadas através da manipulação de objetos do cotidiano, colhidos em meio ambientes específicos; e 3) peças para serem tocadas em locais específicos, de caráter indeterminado, em que o fluxo de eventos musicais é definido no momento da execução a partir da escuta das sonoridades ambientais.
local.publisher.initialsUFMG

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