Um rio chamado tempo, uma casa chamada terra, de Mia Couto: identidades em trânsito
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Universidade Federal de Minas Gerais
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Dissertação de mestrado
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Primeiro orientador
Membros da banca
Haydee Ribeiro Coelho
Simone Pereira Schmidt
Simone Pereira Schmidt
Resumo
Os abalos que o conceito de identidade vem sofrendo na contemporaneidade serão trabalhados a partir da análise do romance 'Um rio chamado tempo, uma casa chamada terra '(2003), de Mia Couto. No romance, a personagem Marianinho, após retornar a sua terra natal, percebe-se um estranho para si e para a sociedade de Luar-do-Chão. O conceito de identidade e a idéia de ruptura servem de ferramentas para analisar essa obra que encena na sua trama o cruzamento de identidades, no seu processo sempre em trânsito e de negociação com o 'outro'. A negociação identitária se configura na obra, entre outras, na relação que nela se estabelece entre oralidade e escrita, relação articulada por avô e neto. Ganham também destaque no romance outras figuras que, ao entrarem em contato com Marianinho, ganharão voz, explicitando a pluralidade identitária presente em Luar-do-Chão.
Abstract
Assunto
Identidade na literatura, Tradição, Hibridismo, Oralidade, Couto, Mia, 1955- Rio chamado tempo, uma casa chamada terra Crítica e interpretação, Modernidade, Identidade cultural, Literatura
Palavras-chave
identidade, tradução cultural, hibridismo