Participação de alimentos ultraprocessados na dieta de escolares brasileiros e seus fatores associados

dc.creatorArabele Teixeira de Lacerda
dc.creatorAriene Silva do Carmo
dc.creatorTaciana Maia de Sousa
dc.creatorLuana Caroline Dos Santos
dc.date.accessioned2024-03-08T17:58:37Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:29:56Z
dc.date.available2024-03-08T17:58:37Z
dc.date.issued2020
dc.description.abstractObjective: To evaluate the contribution of ultra-processed foods (UPF) in the schoolchildren diet and associated factors. Methods: Cross-sectional study with children from public schools in Southeast of Brazil, aged eight to 12 years old. A questionnaire was applied to the students to investigate anthropometric data, eating and lifestyle habits and food consumption. The consumption of UPF was evaluated by two 24-hour dietary recalls (24HR) of non-consecutive days, and the NOVA method was adopted for food classification. The sample was estimated considering the percentage of total caloric value from UPF identified by a similar study (n=260). The association between variables was evaluated by Simple and Multiple Logistic Regression. Results: The average energy consumption was 1992 kcal/day, 25.2% from UPF. Schoolchildren had a mean of 9.8±0.5 years of age, 53.4% were female and 32.6% were overweight. The most consumed UPF were industrialized pastas, sweet biscuits, sausages, chocolate powder and soft drinks. In the multivariate model, schoolchildren who have the habit of TV watching during meals and those with obesity presented 1.87 (95% confidence interval [95%CI] 1.03-3.39) and 2.05 (95%CI 1,01-4.20) times more chance of having higher consumption of ultra-processed foods, respectively. Conclusions: The contribution of UPF was expressive in the feeding of the students and it was positively associated with the excess of weight and with the habit of eating while watching television. These findings indicate the importance of nutritional interventions to promote healthy habits, thus preventing overweight during childhood.
dc.description.sponsorshipCNPq - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico
dc.description.sponsorshipFAPEMIG - Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.1590/1984-0462/2020/38/2019034
dc.identifier.issn1984-0462
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/65528
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofRevista Paulista de Pediatria
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectNutrição
dc.subjectCriança
dc.subjectAlimentos Industrializados
dc.subjectEstado Nutricional
dc.subject.otherConsumo de alimentos
dc.subject.otherAlimentos industrializados
dc.subject.otherCrianças
dc.subject.otherEstado nutricional
dc.titleParticipação de alimentos ultraprocessados na dieta de escolares brasileiros e seus fatores associados
dc.title.alternativeParticipation of ultra-processed foods in Brazilian school children’s diet and associated factors
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage8
local.citation.spage1
local.citation.volume38
local.description.resumoObjetivo: Avaliar a contribuição dos alimentos ultraprocessados (AUP) na dieta de escolares e seus fatores associados. Métodos: Estudo transversal realizado com crianças entre oito e 12 anos de idade em escolas públicas de uma capital brasileira. Foram investigados dados antropométricos e hábitos alimentares e de estilo de vida. O consumo de AUP foi avaliado por meio de dois recordatórios alimentares de 24 h (R24h) de dias não consecutivos, e o método NOVA foi adotado para classificação dos alimentos. A amostra foi estimada considerando o percentual de valor calórico total proveniente de AUP em estudo semelhante (n=260). Avaliou-se a associação entre as variáveis por meio de modelos de regressão logística simples e múltipla. Resultados: O consumo médio de energia foi de 1.992 kcal/dia, sendo 25,2% provenientes dos AUP. Os escolares apresentavam média de 9,8±0,5 anos de idade, 53,4% eram do sexo feminino e 32,6% apresentavam excesso de peso. Os AUP mais consumidos foram massas industrializadas, biscoitos doces, embutidos, achocolatado em pó e refrigerantes. Escolares com hábito de comer em frente à televisão e com excesso de peso tiveram 1,87 (intervalo de confiança de 95% [IC95%] 1,03-3,39) e 2,05 (IC95% 1,01-4,20) vezes mais chances de apresentar maior participação de AUP na dieta, respectivamente. Conclusões: A contribuição dos AUP foi expressiva na alimentação dos escolares e associou-se positivamente com o excesso de peso e o hábito de comer assistindo à televisão. Esses achados denotam a importância de intervenções nutricionais para promoção de hábitos saudáveis, prevenindo assim o excesso de peso na infância.
local.identifier.orcidhttp://orcid.org/0000-0001-7440-7995
local.identifier.orcidhttp://orcid.org/0000-0002-3421-9495
local.identifier.orcidhttp://orcid.org/0000-0002-7387-154X
local.identifier.orcidhttp://orcid.org/0000-0001-9836-3704
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentENF - DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM MATERNO INFANTIL E SAÚDE PÚBLICA
local.publisher.departmentENF - DEPARTAMENTO DE NUTRIÇÃO
local.publisher.departmentENFERMAGEM - ESCOLA DE ENFERMAGEM
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://www.scielo.br/j/rpp/a/htgFdQZ39zRM5Gy8WbZbdFz/?lang=en

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