Fatores influenciadores da rentabilidade das cooperativas de crédito brasileiras
| dc.creator | Letícia Luanda Maia | |
| dc.creator | Ana Carolina Vasconcelos Colares | |
| dc.creator | Niara Gonçalves da Cruz | |
| dc.creator | Valéria Gama Fully Bressan | |
| dc.date.accessioned | 2023-08-23T17:17:14Z | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-09T01:21:03Z | |
| dc.date.available | 2023-08-23T17:17:14Z | |
| dc.date.issued | 2019-06 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/58146 | |
| dc.language | por | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.relation.ispartof | Congresso Anpcont | |
| dc.rights | Acesso Aberto | |
| dc.subject | Cooperativas de credito | |
| dc.subject.other | Rentabilidade | |
| dc.subject.other | Cooperativas de Crédito | |
| dc.subject.other | Instituições Financeiras | |
| dc.title | Fatores influenciadores da rentabilidade das cooperativas de crédito brasileiras | |
| dc.type | Artigo de evento | |
| local.citation.issue | 8 | |
| local.description.resumo | Dentre as instituições financeiras, as cooperativas de crédito se diferenciam pelo aspecto social que exercem. Entretanto, é fundamental que mantenham um bom desempenho para a continuidade de suas operações. Visto a importância do desempenho, principalmente no que tange à rentabilidade, e o papel fundamental das cooperativas de crédito, o presente estudou tem por objetivo analisar os fatores influenciadores da rentabilidade das cooperativas de crédito singulares do Brasil. Para tal, foram estudadas 1.436 cooperativas no período de 2008 a 2017. Foi adotado o modelo GMM sistêmico tratando a endogeneidade entre o retorno defasado e a variável Spread. A rentabilidade foi mensurada pela Rentabilidade dos Ativos (ROA), Rentabilidade do Patrimônio Líquido (ROE) e Crescimento do Patrimônio Líquido Ajustado (CPLA). Os resultados mostraram que as variáveis estatisticamente significativas foram: D_A (Despesa sobre total dos Ativos), R_A (receita sobre o total dos Ativos) para o modelo do ROA e IE (relação entre capital de terceiros e capital próprio) para o modelo do ROE. Destaca-se que o modelo do CPLA não apresentou variáveis estatisticamente significativas. O presente estudo se diferencia por ser o primeiro desenvolvido em âmbito nacional ao estudar os aspectos relevantes da rentabilidade das cooperativas de crédito. Também se destaca pela abordagem metodológica, ao tratar de problemas mais complexos, como a endogeneidade. Apresenta como principal limitação a adoção apenas de indicadores financeiros. Contudo, os resultados contribuem mostrando que a rentabilidade das cooperativas de crédito apresenta uma dinâmica distinta das demais organizações financeiras e são necessários outros aspectos, além de indicadores financeiros. | |
| local.publisher.country | Brasil | |
| local.publisher.department | FCE - DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS ADMINISTRATIVAS | |
| local.publisher.department | FCE - DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS | |
| local.publisher.initials | UFMG | |
| local.url.externa | https://anpcont.org.br/pdf/2019_CUE206.pdf |