Visualidades e subjetivação na arte-educação contemporânea: imagem e experiência nos “Metaesquemas” de Hélio Oiticica

dc.creatorBruno Alves de Amorim
dc.date.accessioned2025-10-22T16:03:30Z
dc.date.issued2025-08-07
dc.description.abstractThis work proposes a critical reflection on the relationship between visual culture and art education, investigating how the education of visual culture can reshape pedagogical practices in the teaching of visual arts, making them more contemporary, sensitive, and meaningful for students. The research, bibliographic in nature with a reflective approach, is based on the understanding that visuality is not merely a natural fact, but rather a historical, symbolic, and political construction. In this sense, images do not only represent the world but also actively participate in the production of subjectivities, identities, and social meanings. The study highlights how regimes of visuality permeate the gaze and shape ways of seeing, being seen, and imagining, which requires art education to adopt a critical, ethical, and dialogical stance. By considering children and adolescents as culture producers, immersed in complex visual ecologies and mediated by digital language, the work argues that schools should recognize these subjects as authors of visual narratives and active agents in the construction of meanings. The analysis addresses concepts such as subjectivation, visual regimes, and the construction of meaning, arguing for an educational practice that transcends formal appreciation and embraces diverse languages and visual repertoires. As an example, the study explores the analysis of a work from the "Metaesquemas" series by Hélio Oiticica, in dialogue with the visual systems of digital games, revealing intersections between art, design, and interactivity. It concludes that visual culture expands and transforms art education by proposing pedagogies attentive to the transformations of sensibility, cultural diversity, and new ways of seeing and inhabiting the world. In this context, the education of visual culture emerges as a fertile field for pedagogical practices that integrate critique, affect, listening, and invention.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/606
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso aberto
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivatives 4.0 Internationalen
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/
dc.subjectOiticica, Hélio, 1937-1980
dc.subjectArte - Estudo e ensino
dc.subjectPercepção visual
dc.subject.otherArte-educação
dc.subject.otherCultura visual
dc.subject.otherMetaesquemas
dc.subject.otherSubjetivação
dc.titleVisualidades e subjetivação na arte-educação contemporânea: imagem e experiência nos “Metaesquemas” de Hélio Oiticica
dc.typeMonografia de especialização
local.contributor.advisor1Sandro Ouriques Cardoso
local.contributor.advisor1IDhttps://orcid.org/0000-0002-6570-4442
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/3819114776376601
local.contributor.referee1Glenda Maíra Silva Melo
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/7170151120454673
local.description.resumoEste trabalho propõe uma reflexão crítica sobre as relações entre cultura visual e arte-educação, investigando como a educação da cultura visual pode reformular práticas pedagógicas no ensino das artes visuais, tornando-as mais contemporâneas, sensíveis e significativas para os estudantes. A pesquisa, de natureza bibliográfica com abordagem reflexiva, parte da compreensão de que a visualidade não é apenas um dado natural, mas uma construção histórica, simbólica e política. Nesse sentido, as imagens não apenas representam o mundo, mas participam ativamente da produção de subjetividades, identidades e sentidos sociais. O estudo evidencia que os regimes de visualidade atravessam o olhar e moldam modos de ver, ser visto e imaginar, o que exige da arte-educação uma postura crítica, ética e dialógica. Ao considerar as crianças e adolescentes como sujeitos produtores de cultura, imersos em ecologias visuais complexas e mediados por linguagens digitais, o trabalho propõe que a escola deve reconhecer tais sujeitos como autores de narrativas visuais e agentes ativos na construção de significados. A análise percorre noções como subjetivação, regimes de visualidade e produção de sentido, defendendo uma prática educativa que vá além da apreciação formal, acolhendo múltiplas linguagens e repertórios visuais. Como exemplo, explora-se a análise de uma obra da série "Metaesquemas", de Hélio Oiticica, em diálogo com os sistemas visuais dos jogos digitais, revelando aproximações entre arte, design e interatividade. Conclui-se que a Cultura Visual amplia e transforma a Arte-Educação, ao propor pedagogias atentas às transformações do sensível, à diversidade cultural e às novas formas de ver e habitar o mundo. A educação da Cultura Visual, nesse contexto, emerge como um campo fértil para práticas pedagógicas que integram crítica, afeto, escuta e invenção.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentEBA - ESCOLA DE BELAS ARTES
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programCurso de Especialização em Ensino de Artes Visuais e Tecnologias Contemporâneas
local.subject.cnpqLINGUISTICA, LETRAS E ARTES::ARTES::EDUCACAO ARTISTICA

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