O uso da imagem pelo professor de geografia no ensino fundamental: o texto em vídeo na sala de aula

dc.creatorCarla Soares Rocha
dc.date.accessioned2019-08-10T06:54:10Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:14:43Z
dc.date.available2019-08-10T06:54:10Z
dc.date.issued2005-03-09
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/FAEC-85UJ7A
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectGeografia Estudo e ensino
dc.subjectProfessor Formação profissional
dc.subjectEducação
dc.subjectSalas de aula
dc.subject.otherO uso da imagem
dc.subject.otherProfessor de geografia
dc.subject.otherEnsino fundamental
dc.titleO uso da imagem pelo professor de geografia no ensino fundamental: o texto em vídeo na sala de aula
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Maria Elena Simielli
local.contributor.referee1Maria Aparecida Paiva S dos Santos
local.description.resumoA nossa cultura vem, há muito, privilegiando a escrita como elemento de comunicação dentro da sociedade. A grande maioria dos acervos culturais e registros históricos pro- duzidos pela humanidade se encontra na modalidade escrita de comunicação, apesar de ter sido a imagem a forma de registro original do homem. Muito recentemente a produção acadêmica vem trabalhando com outros registros não escritos, tais como: a fotograa, a litograa, as pinturas, as entrevistas entre outras. No período que antecedeu o dominio da escrita, o recurso imagético era usado como principal meio para registrar as experiências do homem. Objetos descobertos nas escav- ações arqueológicas atuais tanto quanto as pinturas rupestres encontradas nas paredes de cavernas são evidência desta habilidade do homem primitivo. A necessidade de registrar áreas mais propícias para encontrar caça ou caminhos percorridos e a ausência de um código de escrita levou a utilização de imagens para possibilitar a comunicação ou o registro dos feitos de nossos ancestrais. Após a vulgarização da escrita, um grande número de produções elegeu esta modalidade como principal meio de comunicação, por sua operacionalidade e funcionalidade. Todavia, o domínio dos seus códigos impõe a necessidade de freqüência aos espaços de aprendiza- gem dos mesmos, e o distanciamento de parcela da população desses espaços teve como conseqüência o acesso de um número limitado de pessoas ao conhecimento formal. A escola é o espaço por excelência da aquisição da habilidade de leitura e escrita. Entretanto, até meados do século XX, no Brasil, o acesso a ela esteve restrito a segmentos economicamente favorecidos da população, formando elites e alijando do processo a grande maioria dos cidadãos. Isso fez permear sobre a sociedade a noção de que o conhecimento formal e o conseqüente uso da linguagem verbal escrita era coisa de gente rica.
local.publisher.initialsUFMG

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