Drogas e vulnerabilidade à morte por homicidios: um estudo em uma área urbana

dc.creatorMarcia Dayrell
dc.date.accessioned2019-08-11T06:49:22Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:24:08Z
dc.date.available2019-08-11T06:49:22Z
dc.date.issued2011-05-27
dc.description.abstractToxicological analysis is a worldwide practice in forensic laboratories. Drug consumption is currently recognized as one of the main risk factors for death by homicide. Alcohol has been described as the most prevalent substance identified among the victims, but the incidence of illicit drugs has been increasing. This study aims at mapping the differences in the socio-economic profile of homicidal victims of Betim, Minas Gerais, Brazil, between 2004 and 2007, regarding consumption of illicitdrugs. We selected death certificates with aggression as the basic cause, and the presence of alcohol and drugs, from toxicological analysis in necropsy reports. Our analysis was based on multinomial regression model and the group with negative results for alcohol and drugs was defined as reference and compared to three others: positive for alcohol only; positive for illicit drugs (cocaine or marijuana) associatedwith alcohol or not; and deaths without toxicological information. Explicative variables were selected from data available on the death certificate. Results confirm a high pattern of drug consumption among homicidal victims. Even through homicides have a similar profile as to socio-economic status, there were significant differences as toage, sex, marital status, and use or lethal weapon associated to the consumption of alcohol and/or drugs. Toxicological analysis can be useful as an indicator for a longitudinal research of changes in the pattern of drug consumption among homicidal victims.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUOS-8M7FYQ
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectProblemas socias
dc.subjectSaúde pública
dc.subjectSaúde da população urbana
dc.subjectVítimas de crime
dc.subjectDrogas ilícitas
dc.subjectHomicídios
dc.subjectEstudos longitudinais
dc.subjectViolência
dc.subject.otherHOMICÍDIOS
dc.subject.otherVIOLÊNCIA
dc.subject.otherDROGAS
dc.subject.otherSAÚDE URBANA
dc.titleDrogas e vulnerabilidade à morte por homicidios: um estudo em uma área urbana
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Waleska Teixeira Caiaffa
local.contributor.referee1Fernando Augusto Proietti
local.contributor.referee1Edna Afonso Reis
local.contributor.referee1Alexandre Magno Alves Diniz
local.contributor.referee1Marcus Luiz de Oliveira Penido
local.description.resumoA realização de exames toxicológicos é prática comum nos laboratórios forenses mundiais. O consumo de drogas é reconhecido atualmente como um dos principais fatores de risco para a morte por homicídios. O álcool tem sido descrito como a substância mais detectada entre as vítimas; mas as drogas ilícitas vêm se tornando igualmente importantes. O objetivo deste trabalho é conhecer as diferenças no perfilsócio-econômico considerando o consumo de drogas entre os óbitos por homicídios, de residentes no município de Betim (MG) entre 2004 e 2007. Foram selecionadas as declarações de óbito com causa básica por Agressões (CID-10) e categorizados quanto à presença de álcool e drogas, utilizando como fonte de informação os exames toxicológicos nos laudos de necropsia emitidos pelo Instituto de Medicina Legal de Belo Horizonte. A análise foi baseada no modelo de regressão multinominal e o grupo com resultado negativo para o álcool e drogas foi definido como referência e comparado a três outros: positivos exclusivamente para o álcool; positivos para drogas ilícitas (cocaína ou maconha) associados ou não ao álcool e óbitos sem realização dos exames toxicológicos. As variáveis explicativas foram selecionadas apartir dos dados disponíveis na declaração de óbito. Os resultados encontrados confirmam um alto padrão de consumo de drogas entre as vítimas de homicídios. Quando avaliados quanto á presença de álcool e drogas, e a não realização de investigação toxicológica, embora os homicídios tenham revelado perfis semelhantes quanto à inserção sócio-econômica, características como a idade, sexo, estado civil e uso ou não de arma letal, assim como a possibilidade de chegara ter assistência apontam para diferenciais relevantes das circunstâncias do óbito, quando considerado o uso de álcool e/ou drogas. Na perspectiva de 10 desenvolvimento de pesquisas longitudinais, os resultados toxicológicos podem ser úteis como indicador para avaliação de mudanças do padrão de consumo de drogas entre as vítimas de homicídios.
local.publisher.initialsUFMG

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