A teoria da identidade pessoal nos Livros I e II do Tratado de Hume
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Universidade Federal de Minas Gerais
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Dissertação de mestrado
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Primeiro orientador
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Marcos César Seneda
Rogerio Antonio Lopes
Rogerio Antonio Lopes
Resumo
O problema da identidade pessoal, em uma determinada perspectiva, pode ser expresso pela seguinte questão: o que faz com que acreditemos ser uma única e mesma pessoa ao longo do tempo, mesmo que tenhamos passado por muitas e contínuas transformações? Quando criança, por exemplo, grande parte de meus pensamentos dizia respeito a coisas que hoje parecem ter pouca ou nenhuma importância. Certas brincadeiras infantis, certos tipos de comida ou programas de televisão que outrora atraíam fortemente minha atenção, hoje sequer passam pelos meus pensamentos. Mesmo meu comportamento em nada se assemelha com o atual. A mais forte timidez diante de outras pessoas, com efeito, deu lugar a uma leve extravagância de maneiras. É certo que meus desejos, sonhos, expectativas e comportamento de agora são demasiado diferentes dos de outrora. Mesmo assim, a crença de que eu continuo a mesma pessoa que eu era quando criança é demasiado forte. Eu sou agora aquela mesma pessoa de outrora, ainda que eu não consiga lembrar-me da maioria dos eventos que ocorreram em minha tenra idade. Como é possível explicar essa crença básica de minha natureza, que diz que eu permaneço o mesmo, não obstante todas essas mudanças?
Abstract
Assunto
Teoria do conhecimento, Filosofia, Hume, David, 1711-1776Tratado da natureza humana
Palavras-chave
Filosofia