A verticalização e mobilidade da parturiente durante o trabalho de parto e parto: revisão de literatura

dc.creatorDanielle Simoes Dias
dc.date.accessioned2019-08-11T00:50:13Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:03:46Z
dc.date.available2019-08-11T00:50:13Z
dc.date.issued2011-06-27
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUBD-9DNFMS
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectEnfermagem Obstétrica
dc.subject.otherMobilidade
dc.subject.otherVerticalização
dc.subject.otherParto normal
dc.subject.otherDeambulação
dc.titleA verticalização e mobilidade da parturiente durante o trabalho de parto e parto: revisão de literatura
dc.typeMonografia de especialização
local.contributor.advisor1Elysangela Dittz Duarte
local.contributor.referee1Lelia Maria Madeira
local.contributor.referee1Tatiana Coelho Lopes
local.description.resumoTrata-se de uma revisão de literatura sobre a temática da assistência ao trabalho de parto e parto, na perspectiva de discutir a mobilidade e verticalização da parturiente durante este período. Foi realizada a busca bibliográfica na base de dados da LILACS e Medline, no período de 2006 a 2011, nos idiomas português, espanhol ou inglês. Foram criados três eixos temáticos como resultado do processo de análise dos estudos incluídos nesta revisão de literatura: a institucionalização do nascimento e a limitação da mulher ao leito; implicações da posição ereta durante o primeiro e segundo estágio do trabalho de parto; a prática profissional e a liberdade da mulher para a mobilidade durante o trabalho de parto, parto e nascimento. Registros históricos comprovam que a mulher sempre preferiu a verticalização no trabalho de parto e parto, mas com o advento da obstetrícia moderna, ela foi institucionalizada e mantida no leito. A deambulação e as variedades de posições assumidas pela mulher no trabalho de parto e parto propiciam vantagens e benefícios para a mãe e filho, tais como aumento da contratilidade uterina, aumento do diâmetro pélvico, menor necessidade de ocitócitos e analgesia, além da redução considerável do tempo da fase ativa do trabalho de parto. A liberdade de posição e a deambulação em todo o desenrolar do trabalho de parto são formas de cuidado benéficas e que devem ser encorajadas. Além disso, o profissional deve estar apto a prestar assistência nas diferentes posições que podem ser de escolha da mulher. A escolha da posição deve ser da mulher, mas é preciso que ela seja orientada por um profissional para que se torne confiante para a tomada da decisão que lhe forneça maior conforto e segurança.
local.publisher.initialsUFMG

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