Limitação do uso da voz na docência e a prática de atividade física no lazer: estudo educatel, brasil, 2015/2016

dc.creatorStephanie Mayra de Moraessantos
dc.creatorEmanuella Gomes Maia
dc.creatorRafael Moreira Claro
dc.creatorAdriane Mesquita de Medeiros
dc.date.accessioned2024-01-02T16:26:11Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:10:05Z
dc.date.available2024-01-02T16:26:11Z
dc.date.issued2019
dc.description.abstractThe study sought to identify the prevalence of voice-related problems teaching basic education teachers and to analyze their association with the practice of physical activity. We used data from a phone survey of a representative sample (n = 6,510) of Educatel Study carried out be tween October 2015 and March 2016. The main data of this study were self-referred voice-related problems teaching, leisure-time physical activity (defined according to its intensity, duration and frequency) and potential confounding variables. The data was analyzed using Poisson regression models with robust variance. Around one fifth of teachers (20.5%) reported having had voice-related problems teaching, while approximately one third reported sufficient leisure-time physical activity (≥ 150 minutes/week) (37.8%). Both recommended physical activity volume and five or more days of physical activity per week (regardless of total volume) were inversely associated with voice-related problems teaching, both in bivariate models and in models adjusted for confounding variables (sex, age and working hours). Basic Education teachers have a high prevalence of voice-related problems teaching. Sufficient leisure-time physical activity and exercising five or more days a week are po tential protective factors for reducing this problem.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doi10.1590/0102-311x00188317
dc.identifier.issn16784464
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/62270
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofCadernos de Saúde Pública
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectProfessores Escolares
dc.subjectInquéritos Epidemiológicos
dc.subjectSaúde Ocupacional
dc.subject.otherExercício
dc.subject.otherProfessores Escolares
dc.subject.otherInquéritos Epidemiológicos
dc.subject.otherSaúde do Trabalhador
dc.titleLimitação do uso da voz na docência e a prática de atividade física no lazer: estudo educatel, brasil, 2015/2016
dc.title.alternativeLimitation of the use of voice in teaching and leisure-time physical activity: Educatel Study, Brazil, 2015/2016
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage12
local.citation.issueSuppl 1
local.citation.spage1
local.citation.volume35
local.description.resumoO objetivo do estudo foi identificar a prevalência de problemas na docência por causa da voz entre os professores da educação básica, e analisar sua associação com a prática de atividade física. Foram utilizados dados de inquérito por entrevista telefônica junto à amostra representativa (n = 6.510) de professores do Estudo Educatel, entre outubro de 2015 e março de 2016. As informações de interesse central deste estudo compreendem o relato do professor de problemas na docência por causa da voz, a prática de atividade física no lazer (definida por sua intensidade, duração e frequência) e potenciais variáveis de confundimento. A análise dos dados foi estudada por meio de modelos de regressão de Poisson com variância robusta. Cerca de um quinto dos professores (20,5%) relatou problemas na docência por causa da voz, enquanto aproximadamente um terço relatou a prática de atividade física suficiente no lazer (≥ 150 minutos/semana) (37,8%). Tanto a prática de volume recomendado de atividade física quanto a prática de atividade física em cinco ou mais dias por semana (independentemente do volume total) estiveram associadas de forma inversa a problemas na docência por causa da voz, tanto em modelos bivariados quanto naqueles ajustados por variáveis de confundimento (sexo, idade e jornada de trabalho). Professores da Educação Básica apresentam alta prevalência de problemas na docência por causa da voz. A prática suficiente de atividade física no lazer e a prática semanal por cinco ou mais dias despontam como fatores potenciais de proteção para a redução da prevalência deste problema.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentENF - DEPARTAMENTO DE NUTRIÇÃO
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://doi.org/10.1590/0102-311X00188317

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