As características genéticas podem não acompanhar a preferência circadiana de trabalhadores brasileiros: qual o melhor indicador?
| dc.creator | Marco Túlio de Mello | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-05T16:58:57Z | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-09T00:39:06Z | |
| dc.date.available | 2025-09-05T16:58:57Z | |
| dc.date.issued | 2025-07-30 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/84934 | |
| dc.language | por | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.rights | Acesso Restrito | |
| dc.subject | Administração | |
| dc.subject | Sistema de turnos de trabalho | |
| dc.subject.other | Trabalho em turnos | |
| dc.subject.other | Gene PER3 | |
| dc.subject.other | Preferêcia circadiana | |
| dc.subject.other | Sono | |
| dc.subject.other | Cronotipo | |
| dc.title | As características genéticas podem não acompanhar a preferência circadiana de trabalhadores brasileiros: qual o melhor indicador? | |
| dc.type | Monografia de especialização | |
| local.contributor.advisor1 | Ricardo Augusto Oliveira Santos | |
| local.contributor.advisor1Lattes | http://lattes.cnpq.br/2330829691438242 | |
| local.contributor.referee1 | Simone Evangelista Fonseca | |
| local.description.embargo | 2027-07-30 | |
| local.description.resumo | O cronotipo, determinado por questionário H.O. ou por fatores genéticos, está relacionado a diferenças individuais no funcionamento do organismo e nos padrões de vigília e sono. Trabalhadores que atuam em turnos enfrentam restrição do sono e exposição à vigília durante o período noturno. Portadores de polimorfismo genético no gene Per3 podem apresentar níveis especialmente altos de sonolência durante o turno da noite, aumentando o risco de desenvolver diversas doenças e, consequentemente, de sofrer acidentes automobilísticos ou ocupacionais. Essa vulnerabilidade geralmente está associada ao fato de esses profissionais serem alocados em horários de trabalho que não correspondem ao seu perfil cronotípico, agravando suas dificuldades de adaptação. A avaliação do cronotipo por meio do questionário H.O. possui limitações relacionadas a fatores culturais e pode não ser suficiente para determinar de maneira precisa o perfil individual, nem para orientar a escolha da escala de trabalho mais adequada. Nesse contexto, a inclusão da análise do polimorfismo do gene Per3 pode proporcionar uma tomada de decisão mais fundamentada e assertiva. Dessa forma, o estudo teve como objetivo investigar o perfil genético de trabalhadores noturnos e em turnos, e comparar os resultados do cronotipo pelo questionário e pela análise genérica. Observou-se uma grande discordância entre as classificações de cronotipo obtidas pelo questionário H.O. e os resultados genéticos dos trabalhadores. Em particular, 1,9% dos trabalhadores que se autoidentificaram como vespertinos pelo H.O. apresentaram, na avaliação genética, um cronotipo correspondente a essa preferência, enquanto 38,1% apresentaram o perfil vespertino geneticamente. Além disso, surpreendentemente, 77,9% dos trabalhadores relataram ser matutinos, embora apenas 12,1% demonstrassem características matutinas na avaliação genética. Esses dados indicam a importância de as empresas conhecerem o perfil genético de seus funcionários, a fim de evitar interpretações incorretas sobre as preferências circadianas, o que pode impactar negativamente o desempenho profissional, a saúde do trabalhador e aumentar o risco de acidentes. | |
| local.publisher.country | Brasil | |
| local.publisher.department | FACE - FACULDADE DE CIENCIAS ECONOMICAS | |
| local.publisher.initials | UFMG | |
| local.publisher.program | Curso de Especialização em Gestão Estratégica |