Oficinas de gestão de pessoas como estratégia para a melhoria das relações interpessoais no ambiente de trabalho da ETSUS Assis
| dc.creator | Maria do Carmo Ribas dos Santos | |
| dc.date.accessioned | 2019-08-10T06:22:28Z | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-08T23:56:20Z | |
| dc.date.available | 2019-08-10T06:22:28Z | |
| dc.date.issued | 2014-02-05 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/BUBD-AR5NKH | |
| dc.language | Português | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.rights | Acesso Aberto | |
| dc.subject | Educação Técnica em Enfermagem | |
| dc.subject.other | Gestão Pedagógica nas Escolas Técnicas do SUS | |
| dc.title | Oficinas de gestão de pessoas como estratégia para a melhoria das relações interpessoais no ambiente de trabalho da ETSUS Assis | |
| dc.type | Monografia de especialização | |
| local.contributor.advisor1 | Gilberto Simeone Henriques | |
| local.contributor.referee1 | Amanda Marcia dos Santos Reinaldo | |
| local.description.resumo | O Sistema Nacional de Saúde do Brasil, reformulado após a 8ª Conferência Nacional de Saúde, ocorrida em 1986, institucionalizou o Sistema Único de Saúde, o SUS. Com vistas à formulação de um conceito mais amplo de saúde, passa a reconhecer, em sua nova concepção, fatores que a determinam e a condicionam, tais como: alimentação, moradia, transporte, meio ambiente, saneamento básico, trabalho, renda, educação, acesso aos bens e serviços essenciais, concepções estas expressas na Constituição da República Federativa do Brasil, de 1988, e nos dispositivos infraconstitucionais. (BRASIL, 1988). Neste contexto, ocorre a mudança do modelo assistencial para um modelo voltado para a manutenção da saúde e qualidade de vida, com vistas à promoção da saúde, à prevenção e à recuperação de doenças e a reabilitação da capacidade funcional, com efetividade, qualidade e resolutividade nas ações propostas e racionalização de custos. Surgem novos tipos de atendimento, como o atendimento à família, vigilância à saúde, o atendimento ambulatorial e domiciliar, o hospital-dia, o acolhimento, a internação hospitalar, bem como a extensão da atenção à saúde no âmbito da escola, das indústrias e principalmente da comunidade. Nesse sentido surge a participação popular ativa, fazendo com que os serviços de saúde se organizem de forma a atenderem as necessidades baseadas nas reivindicações da população (BRASIL, 2009). | |
| local.publisher.initials | UFMG |
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