Qualidade de vida de pacientes com câncer em quimioterapia em hospitais de Belo Horizonte

dc.creatorDaniela Pena Moreira
dc.date.accessioned2020-02-14T13:48:46Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:06:33Z
dc.date.available2020-02-14T13:48:46Z
dc.date.issued2018-12-18
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/32517
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/pt/
dc.subjectNeoplasias
dc.subjectQualidade de Vida
dc.subjectCitotoxinas
dc.subjectTratamento Farmacológico
dc.subjectPerfil de Saúde
dc.subject.otherNeoplasia
dc.subject.otherQualidade de vida
dc.subject.otherTratamento farmacológico
dc.subject.otherQuimioterapia citotóxica
dc.subject.otherPerfil de saúde
dc.titleQualidade de vida de pacientes com câncer em quimioterapia em hospitais de Belo Horizonte
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor-co1Giovana Paula Rezende Simino
local.contributor.advisor1Mariangela Leal Cherchiglia
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/6739544920203518
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/0713751476738474
local.description.resumoIntrodução: Um dos principais tratamentos para o câncer é a quimioterapia antineoplásica (QT), responsável por vários efeitos colaterais. Tais efeitos podem causar perdas na qualidade de vida (QV) dos pacientes e atrasar o tratamento. Objetivo: Avaliar a QV de pacientes com câncer em tratamento com QT antineoplásica em hospitais de Belo Horizonte no primeiro e no segundo ciclo do tratamento. Metodologia: Estudo longitudinal, prospectivo, descritivo, com abordagem quantitativa. Foram incluídos 230 pacientes com diagnóstico de câncer de mama, cólon e reto, colo do útero, pulmão e cabeça e pescoço, com 18 anos ou mais e que estavam iniciando tratamento com QT pela primeira vez. Para a coleta de dados sociodemográficos e clínicos, foi utilizado um instrumento elaborado pelos pesquisadores e prontuário dos pacientes. Para avaliar a QV foi aplicado o EORTC QLQ-C30 versão 3.0 em dois momentos. A distribuição dos escores do QLQ-C30 não foi considerada normal (teste de Shapiro-Wilk). O teste pareado de Wilcoxon foi usado para identificar diferenças na QV entre os dois momentos, considerando significativo o p-valor menor que 0,05. Para investigar associações entre as escalas do Estado de Saúde Geral/QV e as variáveis clínicas e sociodemográficas, foi feito regressão linear multivariada com aplicação da técnica bootstrap com 2.000 repetições. O estudo obteve aprovação do Comitê de Ética em Pesquisa da Universidade Federal de Minas Gerais. Resultados: A maioria dos pacientes era do sexo feminino (67,8%), casada (52,2%), com média de idade de 56,1 anos e se autodeclarou de cor parda (61,5%). A maioria dos pacientes no momento do diagnóstico estava com o câncer nos estágios III e IV (73,8%) e com o Índice de Massa Corporal (IMC) ideal (47,6%). Com relação ao tratamento, a média de dias entre o diagnóstico e o início do tratamento foi de 95,9 dias e, apesar de 20,9% dos pacientes possuírem seguro privado de saúde, 94,3% dos custeios do tratamento foi realizado pelo Sistema Único de Saúde. Com relação aos hábitos de vida, a maioria fumou ou é fumante (55,2%) e bebeu ou bebe (59,5%). Houve mudanças estatisticamente significativas em alguns escores do QLQ-C30 antes e após o início da QT. A função emocional dos pacientes aumentou significativamente, bem como os escores dos sintomas dor, diarreia e náusea e vômito. As variáveis preditoras da mudança da QV após a QT foram estado civil, tipo de câncer e baixo peso. Ser viúvo está associado à melhora da QV, enquanto que ter câncer de colo do útero e o IMC abaixo do ideal à piora da QV. Conclusão: Os efeitos adversos do QT, tais como náuseas, vômitos e diarreia, identificados no estudo, têm impactos importantes na qualidade de vida dos pacientes com câncer. Além disso, foi possível observar que ser viúvo, ter câncer de colo de útero e baixo peso estão associados a mudanças na QV dos pacientes. Avaliar os pacientes em tratamento com QT como um todo e entender como as características individuais podem afetar a QV pode ajudar a identificar quais são os mais vulneráveis ao agravamento da QV
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentMEDICINA - FACULDADE DE MEDICINA
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Saúde Pública

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