A formação inicial de professores e a educação infantil: o que dizem os egressos do curso de pedagogia da UFMG que se graduaram nos anos de 2011 e 2012

dc.creatorAdemilson de Sousa Soares
dc.date.accessioned2023-10-10T21:54:25Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:22:22Z
dc.date.available2023-10-10T21:54:25Z
dc.date.issued2019
dc.description.abstractAfter situating the current debate on educationand initial educationof teachers, this text discusses the relevance of this theme for Early Childhood Education as a first step of Basic Education, drawing from authors such as Campos (2007), Kishimoto (2011), Kramer (2011), Vieira (2017), Gatti (2008), Tardif (2010), Santos and Diniz-Pereira (2016), among others. Some aspects of the normative setting of the Pedagogy course in Brazil are discussed based on authors such as Saviani (2007), Libâneo (2005, 2006) and Bzerzinski (2008) and then the research data is presented, which used questionnaire and interviews, held with the UFMG’s Pedagogy course graduate students, 335 of those being distance learning course graduates, who joined in 2008 and concluded in 2011; and 264 being on-site course graduates who joined in 2008 and concluded in 2011 and 2012. The research has indicated that the graduates have a very positive assessment of the course, but they highlight gaps such as: absence of practice as a curricular component; weak articulation between the technical, theoretical and scientific aspects of the education; compliance with bureaucratic internship workload; insufficient use of new technologies and digital media. The graduates claim the professors of the course are more flexible and open to dialog. The impact of the course on the professional trajectory of the survey participants is clear, since 70.4% of the on-site course graduates and 92.6% of the distance-learning course graduates act as teachers in Basic Education.
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.23925/1809-3876.2019v17i2p543-573
dc.identifier.issn1809-3876
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/59386
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofRevista e-Curriculum
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectEducação infantil
dc.subjectCrianças
dc.subjectInfância
dc.subjectFormação de professores
dc.subject.otherEgressos da pedagogia
dc.subject.otherFormação de professores
dc.subject.otherCriança, infância e educação infantil
dc.subject.otherFormação inicial
dc.subject.otherProfissionais da educação infantil
dc.titleA formação inicial de professores e a educação infantil: o que dizem os egressos do curso de pedagogia da UFMG que se graduaram nos anos de 2011 e 2012
dc.title.alternativeInitial educationof teachers and early childhood education: what UFMG’s pedagogy students graduated in 2011 and 2012 say
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage573
local.citation.issue2
local.citation.spage543
local.citation.volume17
local.description.resumoApós situar o debate atual sobre formação e formação inicial de professores, o texto aborda a relevância desse tema para a educação infantil como primeira etapa da educação básica, a partir de autores como Campos (2007), Kishimoto (2011), Kramer (2011), Vieira (2017), Gatti (2008), Tardif (2010), Santos e Diniz-Pereira (2016), entre outros. Alguns aspectos da configuração normativa do curso de pedagogia no Brasil são discutidos com base em autores como Saviani (2007), Libâneo (2005, 2006) e Bzerzinski (2008) para, em seguida, apresentar os dados da pesquisa, que utilizou questionário e entrevistas com os egressos do curso de pedagogia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), sendo 335 (trezentos e trinta e cinco) egressos do curso a distância, que ingressaram em 2008 e o concluíram em 2011; e 264 (duzentos e sessenta e quatro) egressos do curso presencial, ingressantes em 2008 e concluintes em 2011 e 2012. A pesquisa indicou que os egressos têm uma avaliação bastante positiva do curso, mas apontam lacunas, tais como: ausência da prática como componente curricular; fragilidade da articulação entre as dimensões técnica, teórica e científica da formação; cumprimento burocratizado da carga horária de estágio; utilização insuficiente das novas tecnologias e das mídias digitais. Os egressos demandam ainda que os professores do curso sejam mais flexíveis e abertos ao diálogo. Fica evidente o impacto do curso na trajetória profissional dos participantes da pesquisa, pois 70,4% dos egressos do curso presencial e 92,6% do curso a distância atuam como docentes na educação básica.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-4056-1203
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAE - DEPARTAMENTO DE ADMINISTRAÇÃO ESCOLAR
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://revistas.pucsp.br/index.php/curriculum/article/view/37721

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