A corporeidade como fonte de autoridade na representação política discursiva: um estudo sobre a presença de surdos sinalizantes em discussões relacionadas à educação especial

dc.creatorRegiane Lucas de Oliveira Garcêz
dc.date.accessioned2021-09-08T18:20:36Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:02:36Z
dc.date.available2021-09-08T18:20:36Z
dc.date.issued2016
dc.description.sponsorshipCAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.issn2177-3092
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/37954
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofEncontro Anual da ANPOCS
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectSurdos
dc.subjectSurdos Educação
dc.subjectAutoridade Aspectos sociais
dc.subjectCorpo humano Aspectos simbólicos
dc.subject.otherRepresentação discursiva
dc.subject.otherIdentidade adscritiva
dc.subject.otherEducação de surdos
dc.titleA corporeidade como fonte de autoridade na representação política discursiva: um estudo sobre a presença de surdos sinalizantes em discussões relacionadas à educação especial
dc.typeArtigo de evento
local.citation.epage22
local.citation.issue40
local.citation.spage1
local.description.resumoO trabalho tem como objetivo analisar os processos de representação política não eleitoral ou discursiva que emergem do debate sobre qual o melhor modelo de escola para as pessoas surdas. Buscamos responder como fontes de autoridade (Saward, 2009) são acionadas no ato de representar pelos surdos e pessoas com deficiência integrantes dos movimentos sociais. Em particular, destacamos aquelas fontes de autoridade relacionadas a) à presença física ou identidades adscritivas (Gutman, 2003) e b) à auto afirmação das identidades ou autoadscrição. As unidades de análise (representative claims) (Saward, 2010) foram extraídas de a) um grupo de lideranças surdas do Facebook, b) uma audiência pública do judiciário e c) Conferência Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência. Conclui-se que a) o corpo é uma fonte de autoridade tão importante quanto o próprio discurso, b) o uso da língua de sinais revela uma dimensão de intraduzibilidade exposta pela presença, c) aspectos culturais das línguas de sinais promovem rupturas nas dinâmicas convencionais de representação e d) a coletivização das questões requer uma fusão de horizontes capaz de incorporar a diferença surda na sua corporalidade.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/ 0000-0002-0620-6566
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAF - DEPARTAMENTO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://anpocs.com/index.php/papers-40-encontro/st-10/st11-8

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