A dor escreve Duras: a dor, a letra e o feminino em Marguerite Duras

dc.creatorDannielle Rezende Starling
dc.date.accessioned2019-08-11T00:18:51Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:12:00Z
dc.date.available2019-08-11T00:18:51Z
dc.date.issued2015-06-12
dc.description.abstractL'oeuvre vaste de Marguerite Duras, qui transite entre la littérature et le cinéma, entre des récits autobiographiques, témoignage et fiction, expose la manire dont l'auteur traite le langage, l'écriture, manire dont nous pouvons nommer l'écriture féminine, cela veut dire, une écriture qui comporte et qui suppose au préalable des inachvements, des failles, un manque de linéarité, des trous et des vides. En accompagnant le mouvement durassien de réécriture, de répétition, de retour au point de la douleur, de la destruction, de la ruine, nous constatons l'intimité de l'auteur avec la douleur. Cette dernire, chez Duras, ouvre des cheminements, écrit, se déplie en amour, se dirige vers le vide du mot, de la lettre, creuse et par ce mouvement érige son propre bord, le réconfort de la propre douleur. Pour autant, c'est au sujet de la douleur qu'elle écrit, douleur dépliée en féminin, en amour, en lettre et son propre mouvement au sein de l'écriture durassienne qui se prétend réfléchie.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/ECAP-9XHJWR
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectPsicanálise e literatura
dc.subjectDor na literatura
dc.subjectDuras, Marguerite , 1914-1996 Crítica e interpretação
dc.subjectAmor na literatura
dc.subject.otherAmor
dc.subject.otherPsicanalise
dc.subject.otherLeitura
dc.subject.otherLetra
dc.subject.otherFeminino
dc.subject.otherDor
dc.subject.otherEscrita
dc.titleA dor escreve Duras: a dor, a letra e o feminino em Marguerite Duras
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor1Lucia Castello Branco
local.contributor.referee1Ram Avraham Mandil
local.contributor.referee1Vera Lucia de Carvalho Casa Nova
local.contributor.referee1Flávia Trocoli Xavier da Silva
local.contributor.referee1Ana Maria Portugal Saliba
local.description.resumoA vasta obra de Marguerite Duras, que transita entre a literatura e o cinema, entre relatos autobiográficos, testemunho e ficção, expõe a maneira como a autora trata a linguagem, a escrita, maneira própria daquilo que se pode nomear escrita feminina, isto é, uma escrita que comporta e pressupõe a incompletude, as falhas, a falta de linearidade, os buracos e os vazios. Acompanhando o movimento durasiano de reescritura, de repetição, de retorno ao ponto da dor, da destruição, da ruína, constatamos a intimidade da autora com a dor. A dor, em Duras, abre trilhamentos, escreve, desdobra-se em amor, segue rumo ao vazio da palavra, da letra, escava e com esse movimento erige sua própria borda, o anteparo à própria dor. Portanto, é sobre a dor que escreve, dor desdobrada em feminino, em amor, em letra, e seu movimento próprio na escrita durasiana que se pretende refletir
local.publisher.initialsUFMG

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