As intermitências da morte, de José Saramago: um ensaio alegórico da finitude
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Universidade Federal de Minas Gerais
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Dissertação de mestrado
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Primeiro orientador
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Ram Avraham Mandil
José Horácio de Almeida Nascimento Costa
José Horácio de Almeida Nascimento Costa
Resumo
Este trabalho empreende um recorte na revisão crítica da obra de José Saramago, elegendo a presença do barroco, do alegórico e da temática da finitude como recursos particularmente empregados na obra 'As intermitências da morte', de 2005. A partir desse recorte, busca-se investigar de que modo o escritor subverte a ideia da finitude como instrumento de dominação e oferece, via ficção, uma leitura singular de uma aguda consciência da morte. Para tanto, perseguem-se duas indagações: de que forma a morte parada e as suas intermitências são alegorias sobre a morte humana? O livro 'As intermitências da morte' poderia ser considerado um ensaio sobre a finitude? Tendo em vista que a construção alegórica se configura como peça fundamental do livro analisado, além da crítica literária, pensadores oriundos da Filosofia fizeram parte da rede de referências teóricas desta dissertação, que busca, comparativamente, promover relações possíveis entre a narrativa saramaguiana e outros campos de saber.
Abstract
Assunto
Morte na literatura, Negatividade (Filosofia) na literatura, Literatura barroca História e crítica, Simbolismo na literatura, Saramago, José, 1922-2010 Intermitências da morte Crítica e interpretação
Palavras-chave
alegoria, negatividade, morte, José Saramago, barroco