Guerra e parto: uma análise antropológica sobre a humanização do nascimento em Belo Horizonte

dc.creatorRenata de Oliveira Braga dos Santos
dc.date.accessioned2019-08-11T00:43:47Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:58:10Z
dc.date.available2019-08-11T00:43:47Z
dc.date.issued2016-12-19
dc.description.abstractThe birth event has become a real battleground for women of different social backgrounds. The transformation of the delivery environment from the domestic and female conditions to the hospital and medical-centered insertion gradually removed women's autonomy in parturition processes, and had important consequences that resound in the current assistance and this history is resumed here. The work later focuses on the organization of childbirth care in Belo Horizonte and the conflicts between the technocratic model and the movement for the humanization of birth, aiming to characterize professional categories, institutions and care decisions in the city, based on the discourse of the interviewees by the search. The humanization movement is evaluated in its logic of action, in order to perceive characteristics that form it and collaborate to reiterate reified images of women and maternity, in addition to establishing a class differentiation in the reflection on the obstetric scenario.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUOS-AQKR3N
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectTrabalho de parto
dc.subjectAntropologia
dc.subjectHumanização do parto
dc.subject.otherAntropologia do parto
dc.subject.otherDiversidade no cuidado à saúde
dc.subject.otherAssistência ao parto
dc.subject.otherMovimento de humanização do nascimento
dc.titleGuerra e parto: uma análise antropológica sobre a humanização do nascimento em Belo Horizonte
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor-co1Isabel Santana de Rose
local.contributor.advisor1Deborah de Magalhaes Lima
local.contributor.referee1Karenina Vieira Andrade
local.contributor.referee1Erica Dumont Pena
local.description.resumoO evento do nascimento se tornou, na atualidade, um verdadeiro campo de batalha para mulheres de diferentes origens sociais. A transformação do ambiente de parto, saindo da condição doméstica e feminina, para a inserção hospitalar e medicalocêntrica retirou gradualmente a autonomia da mulher nos processos de parturição, e teve consequências importantes que ressoam na assistência atual e este histórico é aqui retomado. O trabalho posteriormente se debruça sobre a organização da assistência ao parto em Belo Horizonte e os embates ocorridos entre o modelo tecnocrático e o movimento pela humanização do nascimento, buscando caracterizar categorias profissionais, instituições e decisões assistenciais na cidade, a partir do discurso dos entrevistados pela pesquisa. O movimento de humanização é avaliado em sua lógica de ação, de maneira a perceber características que o formam e colaboram para reiterar imagens reificadas da mulher e da maternidade, além de estabelecer uma diferenciação de classe para a reflexão sobre o cenário obstétrico.
local.publisher.initialsUFMG

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