Imagens do outro como um si mesmo: drama e narrativa nos relatos biográficos de Luciano de Samosata e na Vita Antonii de Atanásio
| dc.creator | Pedro Ipiranga Junior | |
| dc.date.accessioned | 2019-08-10T13:55:41Z | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-08T23:27:14Z | |
| dc.date.available | 2019-08-10T13:55:41Z | |
| dc.date.issued | 2006-03-17 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/ALDR-6WEP8S | |
| dc.language | Português | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.rights | Acesso Aberto | |
| dc.subject | Biografia Antiguidade | |
| dc.subject | Paganismo | |
| dc.subject | Análise do discurso narrativo | |
| dc.subject | Antonio, do Egito, Santo, ca 250-355 ou 6 | |
| dc.subject | Hagiografia | |
| dc.subject | Biografia cristã | |
| dc.subject | Atanásio, Santo, Patriarca de Alexandria, m373 Vita Antonii Crítica e interpretação | |
| dc.subject | Martírio | |
| dc.subject | Luciano, de Samosata Crítica e interpretação | |
| dc.subject.other | Vita Antonii de Atanásio | |
| dc.subject.other | Cenografia discursiva | |
| dc.subject.other | Luciano Samosata | |
| dc.subject.other | Antigüidade | |
| dc.title | Imagens do outro como um si mesmo: drama e narrativa nos relatos biográficos de Luciano de Samosata e na Vita Antonii de Atanásio | |
| dc.type | Tese de doutorado | |
| local.contributor.advisor1 | Jacyntho Jose Lins Brandao | |
| local.contributor.referee1 | Donaldo Schuler | |
| local.contributor.referee1 | Maria das Graças de Moraes Augusto | |
| local.contributor.referee1 | Lucia Castello Branco | |
| local.contributor.referee1 | Miriam Campolina Diniz Peixoto | |
| local.description.resumo | Traçando um quadro das imagens do si mesmo e do outro em alguns relatos biográficos da Antigüidade, definimos nesta tese a constituição narrativa de um espaço judicativo do si mesmo, em remissão a uma situação de julgamento e segundo uma enunciação dramatizada. Verificamos que este tipo de narrativa, em sua determinação como drama biográfico, constrói sua cenografia discursiva no plano da ação (e da afecção moral), em que a conduta e as atitudes dos biografados, bem como do narrador, são encenadas e dirigidas a uma espécie de público que, como um sujeito dramático, assume o papel de fazer um julgamento de valor, estético ou mral. Nos relatos biográficos de Luciano Samosata, por um lado, é a figura do ego-narrador que se encarrega da orquestração dos elementos e níveis narrativos numa tessitura discursiva do si mesmo, cujos juízos aí suscitados têm como critérios distintivos a liberdade de agir e de falar, a capacidade crítica de discernimento e a autonomia em relação à esfera divina. Por outro lado, na Vita Antonii, a formação da imagem em si está atravessada e, de certo modo, determinada pela instância não-humana, divina ou demoníaca, a figura do narrador encarna, pela própria escrita, a ação do asceta biografado, cuja vida e cujas ações são narradas para um teatro afetivo, em vista de destinatários engajados, de forma semelhante, na emulação do bíos e do treinamento ascético do monge. | |
| local.publisher.initials | UFMG |
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