Avaliação da qualidade de vida de pacientes com doença falciforme

dc.creatorSílvia Letícia de Oliveira Toledo
dc.creatorGustavo Cambraia Trindade
dc.creatorCynthia Teixeira Pimenta
dc.creatorAline de Freitas Lopes
dc.creatorPatrícia Nessralla Alpoim
dc.creatorDanyelle Romana Alves Rios
dc.creatorMelina de Barros Pinheiro
dc.date.accessioned2023-03-21T15:28:24Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:52:26Z
dc.date.available2023-03-21T15:28:24Z
dc.date.issued2020
dc.description.abstractIntroduction: sickle cell disease (SCD) comprises a group of hereditary hemolytic anemias whose main characteristic is the presence of the hemoglobin S (Hb S) gene that can be combined with other hereditary blood abnormalities. The clinical picture ranges from almost asymptomatic to severe forms. Hydroxyurea (HU) is the most successful therapy. It is a chronic disease whose prevalence and morbidity are high in Brazil, thus quality of life (QoL) emerges as an important challenge for patients, family members and health professionals. Objectives: This study aimed to evaluate the QoL of patients with SCD, their sociodemographic and clinical characteristics. Methods: Data were collected through the abbreviated QoL questionnaire (WHOQOL-Bref), sociodemographic questionnaire and clinical chart. Results: It has interviewed at the Hemominas Foundation in Divinópolis - MG, 39 patients aged 18-54. Most of the patients were male (56%), homozygous for Hb S (80%), unmarried (67%), completed high school (31%) and non HU users (61%). Among the patients evaluated, 53.8% considered having a good QoL (mean score 74.2 ± 20.3). The overall QoL score was 71.5. The physical and environmental domains had the lowest mean scores (61.5 and 59.0, respectively). No significant differences were found among those using or not using HU. Conclusions: Patients with SCD presented good QoL, being more affected by aspects related to the environmental domain (such as financial resources) and physical (such as pain and discomfort) those correlate with clinical and social characteristics related to SCD.
dc.description.sponsorshipCNPq - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttp://dx.doi.org/10.5935/2238-3182.20200013
dc.identifier.issn2238-3182
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/51091
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofRevista Médica de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectHematologia
dc.subjectHemoglobina falciforme
dc.subjectAnemia
dc.subjectQualidade de vida
dc.subject.otherQualidade de vida
dc.subject.otherHemoglobina falciforme
dc.subject.otherAnemia
dc.subject.otherInquéritos e questionários
dc.titleAvaliação da qualidade de vida de pacientes com doença falciforme
dc.title.alternativeEvaluation of the quality of life of patients with sickle cell disease
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage8
local.citation.issue1
local.citation.spage1
local.citation.volume30
local.description.resumoIntrodução: A doença falciforme (DF) compreende um grupo de anemias hemolíticas hereditárias cuja principal característica é a presença do gene da hemoglobina S (Hb S) que pode combinar-se com outras anormalidades sanguíneas hereditárias. O quadro clínico varia desde quase assintomático até formas graves. A Hidroxiuréia (HU) é a terapia de maior sucesso. É uma doença crônica, cuja prevalência e morbidade são altas no Brasil, dessa forma a qualidade de vida (QV) surge como um importante desafio para os pacientes, familiares e profissionais de saúde. Objetivos: Avaliar a QV de pacientes portadores de DF, suas características sociodemográficas e clínicas. Métodos: Os dados foram coletados através do questionário de QV abreviado (WHOQOL-Bref), questionário sociodemográfico e prontuário clínico. Resultados: foram entrevistados 39 pacientes, entre 18 e 54 anos, tratados na Fundação Hemominas em Divinópolis - MG. A maioria dos pacientes eram homens (56%), homozigotos para a Hb S (80%), solteiros (67%), segundo grau completo (31%) e não usuários de HU (61%). Dentre os pacientes avaliados 53,8% considerou ter boa QV (escore médio 74,2 ±20,3). O escore relacionado à QV geral foi de 71,5. Os domínios físico e meio ambiente obtiveram os menores escores médio (61,5 e 59,0, respectivamente). Não foram encontradas diferenças significativas entre os que utilizavam ou não HU. Conclusões: Os pacientes com DF apresentaram boa QV, sendo mais comprometida pelos aspectos relacionados ao domínio meio ambiente, (como recursos financeiros) e físico (como dor e desconforto) que se correlacionam com as características clínicas e sociais relacionadas a DF.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAR - DEPARTAMENTO DE ANÁLISES CLÍNICAS E TOXICOLÓGICAS
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://rmmg.org/artigo/detalhes/2652

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