Estudo da área doadora do Transplante Limboconjuntival Autólogo no pré e pós-operatório do Pterígio, utilizando a Avaliação Clínica e a Tomografia de Coerência Óptica do Segmento Anterior

dc.creatorFernanda dos Santos Vidal
dc.date.accessioned2021-04-09T19:13:25Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:05:19Z
dc.date.available2021-04-09T19:13:25Z
dc.date.issued2020-02-14
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/35626
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectLimbo da Córnea
dc.subjectPterígio
dc.subjectTúnica Conjuntiva
dc.subjectCápsula de Tenon
dc.subjectTomografia de Coerência Óptica
dc.subjectTrabeculectomia
dc.subjectDissertação Acadêmica
dc.subject.otherLimbo
dc.subject.otherPterígio
dc.subject.otherConjuntiva
dc.subject.otherCápsula de Tenon
dc.subject.otherEspaço subtenoniano
dc.subject.otherTomografia de Coerência Óptica
dc.subject.otherTrabeculectomia
dc.titleEstudo da área doadora do Transplante Limboconjuntival Autólogo no pré e pós-operatório do Pterígio, utilizando a Avaliação Clínica e a Tomografia de Coerência Óptica do Segmento Anterior
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor-co1José Aloísio Dias Massote Mourão Oliveira
local.contributor.advisor-co1Alberto Diniz Filho
local.contributor.advisor1Sebastião Cronemberger Sobrinho
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2028904344042798
local.contributor.referee1Marco Antonio Guarino Tanure
local.contributor.referee1Rodrigo Ferreira Almeida
local.contributor.referee1Rafael Vidal Mérula
local.contributor.referee1Mário Henrique Camargos de Lima
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/0256285386920310
local.description.resumoIntrodução: O pterígio é uma doença ocular frequente e com vasta sintomatologia. O seu tratamento é principalmente cirúrgico, sendo o transplante limboconjuntival autólogo (TLCA) uma importante opção terapêutica. Sendo o limbo superior o mais rico em paliçadas de Vogt (PV) esta região do bulbo foi escolhida como área doadora. Embora seja a mesma área onde é realizada a trabeculectomia (TREC). Assim, estudaremos o local onde se realiza a TREC, quando ele é submetido a um procedimento cirúrgico na conjuntiva, preservando-se a cápsula de Tenon (CT) e o espaço subtenoniano (ES). Além disso, separadamente estudaremos também a cicatrização do limbo doador. Objetivos: Estudar a evolução cicatricial da área doadora do TLCA utilizado no tratamento cirúrgico do pterígio. Por meio da avaliação clínica em lâmpada de fenda e da tomografia de coerência óptica do segmento anterior (AS-OCT). Foram considerados o limbo corneano e a conjuntiva doadora separadamente. Métodos: Participaram desse estudo vinte e três olhos, que foram submetidos à ressecção do pterígio nasal e à restauração da área excisada com TLCA. A área doadora cicatrizou por segunda intensão. Foram realizados exames biomicroscópicos em lâmpada de fenda, acompanhados de fotografia digital, no pré-operatório, com 1, 7, 30 e 180 dias de pós-operatórios (DPO). Também foram realizadas medidas com AS-OCT, usando o corte transversal às 12 horas, no pré-operatório, com 30 e com 180 DPO. Com medidas da área do limbo, das espessuras do epitélio e do estroma conjuntival, da CT e do ES. Resultados: No limbo corneoescleral doador, na lâmpada de fenda, observou-se, com uma semana de pós-operatório, que a reepitelização do limbo estava completa em 23 (100%) olhos avaliados por teste com fluoresceína colírio. Após o 30º DPO, observou-se diminuição da presença das paliçadas de Vogt (PV) o que não afetou a regeneração epitelial da córnea em 23 (100%) olhos. Aos 180 DPO, o aspecto pouco se diferenciou do observado no 30º DPO, sendo que em três (12%) olhos as PV eram novamente visíveis. Na AS-OCT, a média da área do corte transversal foi de 0,1280,31µm2, no pré-operatório, reduzindo para 0,1090,18µm2 no 30º DPO (p=0,003), e para 0,1120,021µm2 após 180º DPO (p=0,003). No entanto, a comparação entre as médias do 30º DPO com 180 DPO não apresentou significância estatística (p=0,315). Na região da conjuntiva doada, a espessura média do epitélio conjuntival foi de 48,04± 11,37 µm no pré-operatório, e de 51,87 ± 15,04 µm com 180 DPO (p=0,282). Houve aumento, estatisticamente significante (p<0.005) da espessura média do estroma conjuntival, de 85,35± 23,10 µm, no pré, para 101,61 ± 20.19µm, após 180 dias. A espessura média da CT não apresentou alterações com significância estatística: variou de 117,13 ± 24,26 µm no pré-operatório, para 118,09 ± 19,24 µm (p=0,808), após 180 dias. Observou-se, ainda, a presença do ES no pós-operatório em 19 (82,6%) olhos. Conclusões: A área límbica doadora apresentou regeneração epitelial no pós-operatório, após a doação tecidual. Embora ocorresse a diminuição da área do corte transversal do limbo, e do aspecto das PV, a sua função de renovação epitelial permaneceu preservada. Após doação do TLCA, a cicatrização da conjuntiva ocorreu em sua porção estromal, o seu epitélio apresentou regeneração de suas células. A CT e o ES abaixo da conjuntiva doada se mantiveram preservados na maioria dos olhos após 180 DPO. Destaca-se que a excisão da conjuntiva, com a preservação da CT, permitiu uma cicatrização que se assemelha, em muito, ao aspecto pré-operatório, tanto na fotografia em lâmpada de fenda, quanto na imagem da AS-OCTO que pode ser de extrema importância para os pacientes que doaram o TLCA na região superior do bulbo e, posteriormente, necessitem ser submetidos a TREC para tratamento do glaucoma. Uma vez que o humor aquoso, após a TREC, é drenado para o ES e não para a conjuntiva.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentMEDICINA - FACULDADE DE MEDICINA
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Ciências Aplicadas à Cirurgia e à Oftalmologia

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