Estudo bibliométrico da produção científica sobre estudos coevolutivos nos estudos organizacionais

dc.creatorRenata Petrin
dc.creatorMuriel de Almeida Ornela
dc.creatorRoberto Gonzalez Duarte
dc.date.accessioned2023-08-22T12:13:47Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:26:13Z
dc.date.available2023-08-22T12:13:47Z
dc.date.issued2019-11
dc.identifier.issn2177-3866
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/58045
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofSEMEAD Seminários em Administração
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectBibliometria
dc.subjectAdministração de empresas
dc.subject.otherPerspectiva coevolutiva
dc.subject.otherEstudos organizacionais
dc.subject.otherProdução científica
dc.titleEstudo bibliométrico da produção científica sobre estudos coevolutivos nos estudos organizacionais
dc.typeArtigo de evento
local.citation.epage17
local.citation.issue22
local.citation.spage1
local.description.resumoIntrodução Com base nas teorias evolucionistas da biologia, Hannan e Freeman (1977) e Mckelvey (1982), argumentam que as organizações não são entidades passivas diante das pressões econômicas, políticas e sociais, mas capazes de sobreviver por meio da aprendizagem e do desenvolvimento de características adequadas ao ambiente. As organizações que sobrevivem não são apenas aquelas que se tornam mais adequadas às novas condições externas, mas também as que aprendem a se adaptar às novas circunstâncias e, sobretudo, adotam medidas para modificá-las (CHILD; TSE; RODRIGUES, 2013). Problema de Pesquisa e Objetivo Apesar de a perspectiva coevolutiva oferecer oportunidades para se compreender como organizações e ambiente se influenciam mutuamente (ABATECOLA et al., 2016; BRESLIN, 2016) , não se realizaram ainda estudos para investigar como essa área do conhecimento se desenvolveu ao longo dos anos e está atualmente estruturada em relação à produção científica. O objetivo deste artigo, portanto, é analisar o desenvolvimento nos últimos 40 anos (1978-2018) dos estudos que adotam a perspectiva coevolutiva. Fundamentação Teórica Com base na aprendizagem adaptativa, pesquisas sobre a relação entre organização e as mudanças do ambiente, como March (1994), Rodrigues e Child, (2009) e Child, Tse e Rodrigues (2013) observaram que as organizações não apenas se adaptam ou são selecionadas pelo ambiente, mas são capazes de aprender e influenciá-lo. Os autores notam que não há apenas a evolução de uma entidade, mas a (co)evolução entre organismos sociais e seus ambientes, que se influenciam mutuamente, provocando um impacto causal significativo uns nos outros. Metodologia Realizou-se um estudo bibliométrico, o que permite analisar o estado da ciência e tecnologia por meio de toda a produção científica registrada em um repositório de dados (CRISTINA; CARNEIRO, 2016). Foram coletados na Scopus 754 documentos publicados até dezembro de 2018. Esses documentos foram analisados por meio de estatística descritiva, obtendo-se, inicialmente os percentuais referentes à quantidade de publicações. Utilizou-se também o software VOsviewer para se analisar redes de publicações, revistas científicas, pesquisadores, organizações de pesquisa, países, palavras-chave ou termos. Análise dos Resultados Na base de dados da Scopus, constam estudos coevolutivos desde 1978, época em que as discussões sobre essa perspectiva se iniciaram, a partir dos estudos de Hannan e Freeman. Entre as publicações, o mais citado é o artigo de Van den Bosch, Volberda e Boer (1999), que foi citado por 722 outros trabalhos. Utilizando como linha de corte ter 300 ou mais citações, de modo a selecionar os artigos mais representativos, além de Van den Bosch, Volberda e Boer (1999), outros 12 estudos. Os artigos mostram que diferentes fenômenos organizacionais podem ser investigados por uma visão multidimensional. Conclusão Ao se analisar o desenvolvimento dos estudos sobre a perspectiva coevolutiva ao longo de 40 anos (1978-2018), constatou-se que o incremento da produção científica nessa área é relativamente recente, uma vez que há mais interesse dos estudiosos em utilizar essa lente teórica a partir de 2000, após as publicações de trabalhos que explicaram melhor o que seria a coevolução e suas propriedades para investigação de organizamos sociais e fenômenos organizacionais, como é o caso do Prolegomena on Coevolution de Lewin e Volberda (1999).
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFCE - DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS ADMINISTRATIVAS
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://login.semead.com.br/22semead/anais/resumo.php?cod_trabalho=876

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