Método cartográfico indisciplinar: da topologia à topografia do rizoma

dc.creatorMarcela Silviano Brandão Lopes
dc.creatorAna Isabel Junho Anastasia de Sá
dc.creatorNatacha Silva Araújo Rena
dc.date.accessioned2022-07-22T22:25:25Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:09:02Z
dc.date.available2022-07-22T22:25:25Z
dc.date.issued2019
dc.description.sponsorshipCNPq - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico
dc.description.sponsorshipFAPEMIG - Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais
dc.description.sponsorshipCAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.issn2175-974X
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/43561
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofVirus
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectPesquisa
dc.subjectComunidade e universidade
dc.subject.otherInformação
dc.subject.otherCartografia
dc.subject.otherGenealogia
dc.subject.otherAtor-rede
dc.subject.otherControvérsias
dc.titleMétodo cartográfico indisciplinar: da topologia à topografia do rizoma
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.issue19
local.description.resumoNeste artigo, vamos dialogar com o tema A Construção da Informação a partir de três tópicos, tendo como enfoque principal a produção recente do Grupo de Pesquisa Indisciplinar, da Universidade Federal de Minas Gerais, acerca das disputas em curso em diversos territórios de Belo Horizonte. Para isso, desenvolvemos a proposta de um método de trabalho próprio que possibilitasse construir informação articulando as necessidades e as temporalidades das lutas, com as exigências da produção científica/ acadêmica, sempre de maneira coletiva e em rede. No primeiro tópico, "1. Disputa epistemológica em campo", com a discussão sobre os conceitos relativos à informação, ao saber, ao conhecimento e à episteme, tentando ressaltar a maneira como eles são construídos e como as relações de poder atravessam essa construção. Para tal, recorremos ao pensamento de alguns filósofos pós-estruturalistas franceses como Michel Foucault, Gilles Deleuze, Félix Guattari e Bruno Latour. Em "2. Produção Indisciplinar: cartografias e tecnopolíticas", apresentaremos algumas das reflexões realizadas, desde o ano de 2012, pelo grupo, sobre a produção da cidade contemporânea. Reflexões essas que nos permitiram sistematizar diretrizes para as cartografias realizadas, elencar as principais dimensões a serem abordadas e organizar nosso repertório de processos e plataformas de trabalho. No tópico "3. Método cartográfico, genealógico e em platôs", discutiremos como a construção coletiva de informação vem sendo desenvolvida pelo Indisciplinar, no intuito de aproximar de maneira coerente os pressupostos teóricos adotados e suas diretrizes metodológicas de pesquisa, constituindo um método operativo para as suas investigações.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentARQ - ESCOLA DE ARQUITETURA
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttp://www.nomads.usp.br/virus/virus19/?sec=4&item=6&lang=pt

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