Elaboração de mapa de risco para casos de Dengue a partir de dados residenciais por tipo de criadouros

dc.creatorRicardo Ataide Simoes
dc.date.accessioned2019-08-12T02:42:38Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:19:47Z
dc.date.available2019-08-12T02:42:38Z
dc.date.issued2010-11-24
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUOS-953NQL
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectGeoprocessamento  
dc.subjectBanco de dados
dc.subjectDengue  
dc.subjectBairro Jardim Alvorada (Belo Horizonte, MG)
dc.subject.otherBanco de dados
dc.subject.otherGeocodificação
dc.subject.otherCasos de Dengue
dc.titleElaboração de mapa de risco para casos de Dengue a partir de dados residenciais por tipo de criadouros
dc.typeMonografia de especialização
local.contributor.advisor1Christian Rezende Freitas
local.contributor.referee1Braulio Magalhaes Fonseca
local.description.resumoA carência ou a deficiência dos serviços prestados pelos órgãos públicos de saneamento geram variados problemas ambientais e de saúde, entre eles as doenças tropicais tais como dengue, malaria e febre amarela. Nesses lugares o saneamento é precário, rincipalmente o que se refere ao abastecimento de água, o esgotamento sanitário e aos resíduos sólidos. Todos estes elementos contribuem para a degradação do ambiente ampliando os riscos à saúde. O presente trabalho tem como foco o território do bairro Jardim Alvorada região noroeste de Belo Horizonte MG. Este território, devido a sua característica sócio-ambiental tem sofrido com as epidemias de dengue que atormentam a população de belo horizonte desde 1996. Apesar dos inúmeros trabalhos de prevenção e controle realizados dentro do bairro pelos agentes de controle de endemias (ACE), trabalhadores da prefeitura de Belo Horizonte que vistoriam os imóveis a procura de criadouros potenciais (caixa dágua aberta, piscinas, pneus) que possam ser tratados ou eliminados evitando a proliferação do mosquito transmissor da dengue. Os casos da doença no bairro não param de crescer. Percebendo a necessidade de uma mudança no controle e trato das informações levantadas pelos ACEs (ambientes insalubres, imóveis problemas, entre outros) e na busca de novos valores que possam agregar qualidade no tratamento, armazenamento, análise e mapeamento de informações. Para tanto foi Gerado um banco de dados com os tipos de criadouros, os mesmos foram geocodificados e espacializados dentro da área do bairro. A partir da espacialização foi possível visualizar a dinâmica dos criadouros dentro da área de estudo, como também fazer correlações com outras variáveis (Ovitrampas, Casos de Dengue). O resultado das Ovitrampas e da densidade de Criadouros, apontou que no vetor norte da área de estudo existe um grande setor com forte correlação entre quantidade de criadouros e positividade das ovitrampas. O mesmo não ocorre ao analisamos as áreas com maior concentração de casos de dengue, pois o mesmo ocorre no vetor sudoeste com uma concentração máxima de 10 casos para cada 100 m2. O trabalho aqui proposto é a elaboração de mapa de risco para casos de dengue a partir de dados residenciais por tipo de criadouros. Apresentando para a comunidade acadêmica como o uso de novas tecnologias pode auxiliar e nortear as ações no controle e prevenção de endemias.
local.publisher.initialsUFMG

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