Estudando Tom Zé : abordagens e evoluções da percepção do ‘estranho’

dc.creatorLuíza França Tomaz de Aquino
dc.date.accessioned2020-11-11T11:25:55Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:47:43Z
dc.date.available2020-11-11T11:25:55Z
dc.date.issued2020-03-03
dc.description.sponsorshipCAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/34365
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subject.otherTom Zé
dc.subject.otherEstranho
dc.subject.otherPercepção
dc.subject.otherVariações histórico-contextuais
dc.subject.otherParadoxos convergentes
dc.titleEstudando Tom Zé : abordagens e evoluções da percepção do ‘estranho’
dc.title.alternativeStudying Tom Zé : approaches and evolution of the perception of the ‘strange’
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Bruno Guimarães Martins
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/5373587413061913
local.contributor.referee1Nísio Antônio Teixeira Ferreira
local.contributor.referee1Emílio Carlos Roscoe Maciel
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/4215356941793876
local.description.resumoO artista musical Tom Zé possui uma carreira marcada por flutuações na aceitação pública e por diferentes direcionamentos estéticos. Ao longo dos mais de 50 anos de atuação profissional, um termo foi ganhando força e se estabilizando na percepção pública como definidor de sua figura artística e de sua obra: o ‘estranho’. As aspas reforçam o caráter pouco claro que tal concepção possui, tanto em termos de teorias acadêmicas quanto no caso específico do objeto de estudo dessa dissertação. Trata-se de um conceito com vastas possibilidades de leitura, referências teóricas e que, como demonstra o percurso de Tom Zé, é visto de diferentes formas e em diferentes elementos de acordo com o contexto histórico-cultural. A dissertação realiza uma busca por uma possível definição que funcione isoladamente para o músico baiano, a partir da análise de três momentos-chave de sua trajetória – final dos anos 1960, meios dos anos 1970 e final dos anos 1990 –, abordando tanto as músicas quanto as performances, as falas e a forma como o artista expõe sua persona. Para isso, utiliza como guia tópicos identificados como paradoxos convergentes, ou seja, facetas de Tom Zé que se intercalam em suas propostas artísticas com níveis diversos de coesão, gerando a sensação de inquietação – seja positiva ou negativa – que resulta na percepção de algo ‘estranho’. Além disso, a partir da reunião de conceitos diversos em torno do termo que dá origem à pesquisa e de compreensões que surgem com o levantamento de amplo material histórico-contextual envolvendo o músico, o trabalho propõe análises pontuais de casos que demonstram a existência de uma linha evolutiva do ‘estranho’ que segue a carreira de Tom Zé.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAF - DEPARTAMENTO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Comunicação Social

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