Digestibilidade da dieta e desempenho físico de éguas mangalarga marchador suplementadas com saccharomyces cerevisiae durante treinamento em esteira ergométrica

dc.creatorTiago de Resende Garcia
dc.date.accessioned2019-08-13T00:02:24Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:02:05Z
dc.date.available2019-08-13T00:02:24Z
dc.date.issued2012-02-28
dc.description.abstractThis study aimed to evaluate the effect of supplementation with Saccharomyces cerevisiae on digestibility, nutrient intake and improvement in athletic performance of Mangalarga Marchador horses on training, as well as evaluate the effectiveness of the training protocol used in the preparation of these animals to marcha competition. Fourteen Marchador Mangalarga mares were divided into two groups: supplemented (S) and control (C). The diet consisted of a commercial concentrate and coast cross hay in the ratio of 50:50. The mares were trained for six weeks, from Monday to Saturday, alternating exercise on a treadmill and automatic walker. Nutrient digestibility was assessed using the LIPE® indicator. DM, NDF, ADF, CP, gross energy, hemicellulose and dry matter intake were analyzed. To the digestibility trial, the experimental design was completely randomized and means were compared by Fisher's test at 5%. Before and after training, maximal exercise tests were performed on the treadmill, using the spirometric mask in order to assess the physical, metabolic and respiratory parameters. To evaluate the physical performance of the mares, the experimental design was completely randomized in a split-plot and means were compared by Fisher's test at 5%. There was no difference (P> 0.05) on apparent digestibility coefficients of nutrients and dry matter intake between supplemented and control groups. There were differences (P <0.05) between tests performed before and after training in time to fatigue, aerobic and anaerobic thresholds, VLa2, VLA4, V200, baseline hemoglobin concentration, percentage of hemoglobin in aerobic and anaerobic thresholds, uric acid level at maximal speed, VO2MAX, VO2, pO2, VE in aerobic and anaerobic thresholds and EqO2 in aerobic threshold. These results demonstrated that the training protocol used in this experiment was able to improve athletic performance. The use of probiotic increased basal concentrations of hemoglobin and the percentage of VO2MAX in aerobic and anaerobic thresholds.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUOS-96FGDS
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectDigestibilidade
dc.subjectMangalarga (Cavalo) Alimentação e rações
dc.subjectSuplemento alimentar
dc.subjectÉgua Alimentação e rações
dc.subjectSaccharomyces
dc.subject.otherLevedura
dc.subject.otherEspirometria
dc.subject.otherProbiótico
dc.subject.otherCavalo
dc.subject.otherCondicionamento
dc.subject.otherNutrição
dc.titleDigestibilidade da dieta e desempenho físico de éguas mangalarga marchador suplementadas com saccharomyces cerevisiae durante treinamento em esteira ergométrica
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor-co1Danusa Dias Soares
local.contributor.advisor1Adalgiza Souza Carneiro de Rezende
local.contributor.referee1Fernando Queiroz de Almeida
local.contributor.referee1Angela Maria Quintao Lana
local.contributor.referee1Pablo Trigo
local.contributor.referee1Antonio de Queiroz Neto
local.description.resumoEsse trabalho teve como objetivo avaliar o efeito da suplementação com leveduras Saccharomyces cerevisiae sobre a digestibilidade, consumo dos nutrientes e melhora no desempenho atlético de equinos da raça Mangalarga Marchador submetidos a treinamento. Objetivou também avaliar a eficácia do protocolo de treinamento utilizado na preparação desses animais para provas de marcha. Quatorze éguas Mangalarga Marchador foram distribuídas em dois grupos: suplementado (S) e Controle (C). A dieta foi composta por volumoso e concentrado comercial, na proporção de 50:50. As éguas foram treinadas durante seis semanas, de segunda a sábado, alternando o exercício em esteira ergométrica e caminhador automático. A digestibilidade dos nutrientes foi avaliada utilizando o indicador LIPE®. Foram analisados MS, FDN, FDA, PB, EB, hemicelulose e consumo de matéria seca. Para avaliação do ensaio de digestibilidade, o delineamento experimental foi o inteiramente ao acaso e as médias comparadas pelo teste Fisher a 5%. Antes e após o treinamento, foram realizados testes de esforço máximo na esteira ergométrica, com utilização da máscara espirométrica, a fim de avaliar parâmetros físicos, metabólicos e respiratórios dos animais. Para avaliação do desempenho físico das éguas, o delineamento experimental foi inteiramente ao acaso em esquema de parcelas subdivididas e as médias comparadas pelo teste Fisher a 5%. Não foi observada diferença (P>0,05) nos coeficientes de digestibilidade aparente dos nutrientes da dieta e no consumo de matéria seca entre os grupos suplementado e controle. Houve diferença (P<0,05) entre os testes realizados antes e após o treinamento no tempo para fadiga, nos limiares aeróbico e anaeróbico, VLa2, VLa4, V200, concentração de hemoglobina basal, porcentagem de hemoglobina nos limiares aeróbico e anaeróbico, ácido úrico na velocidade máxima, VO2MAX, VO2, pO2, VE nos limiares aeróbico e anaeróbico e EqO2 no limiar aeróbico. Estes resultados demonstraram que o protocolo de treinamento utilizado nesse experimento foi capaz de melhorar o desempenho atlético das éguas. A utilização do probiótico aumentou as concentrações basais de hemoglobina e a porcentagem do VO2MAX nos limiares aeróbico e anaeróbico.
local.publisher.initialsUFMG

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