Declínio da velocidade da marcha e desfechos de saúde em idosos: dados da Rede Fibra

dc.creatorRita de Cássia Guedes
dc.creatorRosângela Corrêa Dias
dc.creatorAnita Liberalesso Neri
dc.creatorEduardo Ferriolli
dc.creatorRoberto Alves Lourenço
dc.creatorLygia Paccini Lustosa
dc.date.accessioned2022-07-12T17:06:44Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:29:57Z
dc.date.available2022-07-12T17:06:44Z
dc.date.issued2019-07
dc.description.abstractGait speed (GS) can predict adverse health outcomes. However, an understanding of its associated factors is still limited and with some controversy. The objective of this study was to identify adverse health outcomes related to the decline in gait speed in community-dwelling older adults. This is a cross-sectional study that evaluated records of chronic diseases and hospitalization in the last year, polypharmacy, and gait speed. Logistic regression analysis was used to estimate the effects of each independent variable on the chance of older adults presenting a decline in gait speed (GS<0.8 m/s) (α=5%). In total, 5,501 older adults participated. Brazilian older adults with heart diseases (OR=2.06; 1.67-2.54 CI), respiratory diseases (OR=3.25; 2.02-5.29 CI), rheumatic (OR=2.16; 1.79-2.52 CI) and/ or depression diseases (OR=2.51; 2.10-3.14 CI); hospitalized in the last year (OR=1.51; 1.21-1.85 CI) and under polypharmacy (OR=2.14; 1.80-2.54 CI) were associated with lower gait speed. Thus, the results showed that those with gait speed lower than 0.8 m/s are at higher risk of some adverse health events. Therefore, it is suggested that gait speed should not be neglected in the evaluation in community-dwelling older adults, including basic health care.
dc.description.sponsorshipCNPq - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico
dc.description.sponsorshipFAPEMIG - Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais
dc.description.sponsorshipCAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
dc.description.sponsorshipFAPERJ - Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.1590/1809-2950/18036026032019
dc.identifier.issn2316-9117
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/43201
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofFisioterapia e Pesquisa
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectIdosos
dc.subjectMarcha
dc.subjectDoenças crônicas
dc.subject.otherIdoso
dc.subject.otherMarcha
dc.subject.otherDoenças crônicas
dc.titleDeclínio da velocidade da marcha e desfechos de saúde em idosos: dados da Rede Fibra
dc.title.alternativeDecreased gait speed and health outcomes in older adults: Rede FIBRA’s data
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage310
local.citation.issue3
local.citation.spage304
local.citation.volume26
local.description.resumoA velocidade da marcha (VM) tem sido considerada um marcador de saúde em idosos capaz de predizer desfechos adversos de saúde, mas a compreensão de fatores associados a ela ainda é limitada e controversa. O objetivo deste trabalho é identificar desfechos adversos de saúde relacionados ao declínio da velocidade de marcha em idosos comunitários. Trata-se de estudo transversal e multicêntrico, que avaliou o autorrelato de doenças crônicas e de hospitalização no último ano, polifarmácia e velocidade de marcha. Utilizou-se análise de regressão logística para estimar os efeitos de cada variável independente na chance de os idosos apresentarem declínio na velocidade de marcha inferior (VM<0,8m/s) (α=0,05). Participaram da pesquisa 5.501 idosos. A menor velocidade da marcha mostrou-se associada a portadores de doenças cardíacas (OR=2,06; IC: 1,67-2,54), respiratórias (OR=3,25; IC: 2,02-5,29), reumáticas (OR=2,16; IC: 1,79-2,52) e/ou depressão (OR=2,51; IC: 2,10-3,14), hospitalizados no último ano (OR=1,51; IC: 1,21-1,85) e polifarmácia (OR=2,14; IC: 1,80-2,54). Assim, os resultados indicaram que idosos com velocidade de marcha menor que 0,8m/s apresentam maior risco de eventos adversos de saúde. Dessa forma, sugere-se que a velocidade de marcha não seja negligenciada na avaliação de idosos comunitários, inclusive na atenção básica.
local.identifier.orcidhttp://orcid.org/0000-0001-8490-1882
local.identifier.orcidhttp://orcid.org/0000-0002-1027-7746
local.identifier.orcidhttp://orcid.org/0000-0002-6833-7668
local.identifier.orcidhttp://orcid.org/0000-0002-5028-2451
local.identifier.orcidhttp://orcid.org/0000-0003-0838-1285
local.identifier.orcidhttp://orcid.org/0000-0002-0919-1320
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentEEF - DEPARTAMENTO DE FISIOTERAPIA
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://www.scielo.br/j/fp/a/3kqbJs9Gsf8pBRDHhVRjwpy/?lang=pt#

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