Associação entre o consumo de alimentos ultraprocessados e a ingestão de nutriente em gestantes de risco habitual

dc.creatorAline Cristina Silva
dc.creatorMaria Júlia Guimarães Corrêa
dc.creatorTaciana Maia de Sousa
dc.creatorLuana Caroline Dos Santos
dc.date.accessioned2024-03-19T14:24:11Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:16:21Z
dc.date.available2024-03-19T14:24:11Z
dc.date.issued2022
dc.description.abstractObjectives: to analyze the ultra-processed foods (UPF) consumption in pregnant women’s diets associated with nutrient intake. Methods: a cross-sectional study using socioeconomic, anthropometric and food consumption data from low-risk pregnant women. Consumption of energy, macro and micronutrient were obtained through two 24-hour recalls (R24h). The UPF were identified using the NOVA classification, and the percentage of energy from this food was classified in quartiles and associated with nutrient intake. So, the ANCOVA test adjusted for age and per capita income were adopted. Results: a total of 60 pregnant women with a mean of age of 28.44 (CI95%=27.20-29.69) years old were evaluated. The average percentage of UPF in the diet was 20.68 (CI95%=17.88-23.47). Pregnant women in the highest quartile of UPF consumption had lower protein intake (13.48g vs. 18.84g; p=0.031) and lower zinc intake (4.52mg vs. 6.18mg; p=0.045) when compared to those in the lowest quartile. Conclusions: the results showed a negative relationship between the participation of UPF in pregnant women’s diets and the intake of protein and zinc, important nutrients for the gestational period. Such findings reinforce the importance of promoting healthy eating habits during pregnancy to ensure an adequate supply of nutrients in this phase.
dc.description.sponsorshipCNPq - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.1590/1806-9304202200030003
dc.identifier.issn1806-9304
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/66050
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofRevista Brasileira de Saúde Materno Infantil
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectNutrição materna
dc.subjectAlimentos Industrializados
dc.subjectIngestão de Alimentos
dc.subjectGravidez
dc.subjectNutrientes
dc.subject.otherNutrição materna
dc.subject.otherAlimentos industrializados
dc.subject.otherConsumo de alimentos
dc.subject.otherGravidez
dc.subject.otherNutrientes
dc.titleAssociação entre o consumo de alimentos ultraprocessados e a ingestão de nutriente em gestantes de risco habitual
dc.title.alternativeAssociation between ultra-processed food consumption and nutrient intake among low-risk pregnant women
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage487
local.citation.issue3
local.citation.spage481
local.citation.volume22
local.description.resumoObjetivos: analisar o consumo de alimentos ultraprocessados (AUP) e sua associação com a ingestão de nutrientes entre gestantes de risco habitual. Métodos: estudo transversal com dados socioeconômicos, antropométricos e de consumo alimentar de gestantes de risco habitual. O consumo de energia, macro e micronutrientes foi obtido através de dois Recordatórios 24 horas (R24h). Os AUP foram identificados através da classificação NOVA, e o percentual de calorias proveniente destes alimentos foi classificado em quartis e associado à ingestão de nutrientes. Para tal, adotou-se o teste ANCOVA ajustado segundo a idade e a renda per capita. Resultados: foram avaliadas 60 gestantes com média de idade de 28,44 (IC95%=27,20-29,69) anos. O percentual médio de AUP na dieta foi de 20,68 (IC95%=17,88-23,47). Gestantes no maior quartil de consumo de AUP apresentaram menor ingestão de proteína (13,48g vs. 18,84g; p=0,031) e zinco (4,52mg vs. 6,18mg; p=0,045) quando comparadas ao menor quartil. Conclusão: os resultados evidenciaram uma relação desfavorável entre a participação de AUP na dieta e a ingestão de proteínas e zinco, nutrientes importantes para o período gestacional. Tais achados reforçam a importância da promoção de hábitos alimentares saudáveis durante a gestação para garantir o aporte adequado de nutrientes nessa fase.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0001-6345-995X
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-7336-9357
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-7387-154X
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0001-9836-3704
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentENF - DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM MATERNO INFANTIL E SAÚDE PÚBLICA
local.publisher.departmentENF - DEPARTAMENTO DE NUTRIÇÃO
local.publisher.departmentENFERMAGEM - ESCOLA DE ENFERMAGEM
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://www.scielo.br/j/rbsmi/a/Gf6N3jm6XdtvzyhLkmqRyYR/?lang=en

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