Estratégias defensivas empregadas por chefias intermediárias de um hospital público federal de ensino

dc.creatorSimone Maria de Almeida
dc.date.accessioned2020-08-14T18:25:30Z
dc.date.accessioned2025-09-08T22:52:18Z
dc.date.available2020-08-14T18:25:30Z
dc.date.issued2020-04-13
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/33994
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectTrabalho
dc.subjectHospitais Públicos
dc.subjectHospitais de Ensino
dc.subjectHospitais Universitários
dc.subjectAdministração de Serviços de Saúde
dc.subjectAdministração Hospitalar
dc.subject.otherTrabalho pital público federal de ensino
dc.subject.otherChefias intermediárias
dc.subject.otherEstratégias defensivas
dc.subject.otherHopsital público federal de ensino
dc.titleEstratégias defensivas empregadas por chefias intermediárias de um hospital público federal de ensino
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Solange Cervinho Bicalho Godoy
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/4717593262963554
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/8229157415717036 - http://lattes.cnpq.br/4717593262963554
local.description.resumoEsta pesquisa tem por objetivo, analisar as estratégias defensivas utilizadas por chefias intermediárias de um hospital público federal de ensino. Para o cumprimento do objetivo geral, foram traçados os objetivos específicos: identificar os efeitos da organização do trabalho; identificar as vivências de prazer e sofrimento; e identificar o risco de adoecimento provocado pelo trabalho das chefias intermediárias de um hospital público federal de ensino. Como base teórico-metodológica utilizou-se a psicodinâmica do trabalho proposta por Christophe Dejours. É uma pesquisa descritiva, com abordagem qualitativa e quantitativa, caracterizada como estudo de caso. Delimitou-se como cenário a Gerência de Atenção à Saúde do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Minas Gerais. Os sujeitos da pesquisa foram as chefias intermediárias, pertencentes à Gerência de Atenção à Saúde. Utilizou-se três instrumentos para a coleta de dados: questionário; o Inventário sobre Trabalho e Riscos de Adoecimento (ITRA), validado por Ferreira e Mendes (2003); e entrevista semiestruturada, elaborada de acordo com as orientações do roteiro apresentado por Mendes (2007), que aborda quatro eixos temáticos: organização do trabalho; prazer e sofrimento provenientes do trabalho; formas de enfrentamento do sofrimento no trabalho; e os possíveis impactos sobre a saúde. O questionário foi respondido por meio físico e via formulário eletrônico, sendo que 23 chefes responderam o questionário e 12 participaram das entrevistas. Os dados dos obtidos com a aplicação do questionário físico foram digitados em uma planilha Excel (Microsoft Office) e agrupados àqueles respondidos de forma on-line. Finalizada a etapa de digitação e organização, os dados foram exportados para o software estatístico SPSS (IBM), versão 24, para as análises estatísticas. Para o ITRA, por se tratar de escala validada, a análise foi feita de acordo com a metodologia descrita em Mendes e Ferreira (2007). As respostas das entrevistas foram gravadas e, posteriormente, transcritas na íntegra utilizando a técnica de Análise dos Núcleos de Sentido (ANS) proposta por Mendes (2007), inspirada e adaptada da análise de conteúdo categorial desenvolvida por Bardin 2011. A análise das entrevistas foi realizada utilizando o software MAXQDA, de análise de dados qualitativos e métodos mistos de pesquisa. Os resultados identificaram as seguintes estratégias defensivas individuais: conhecimento da instituição e sentimento de pertencimento, redimensionar a relevância dos problemas, estudar, fazer o que precisa ser feito, convívio familiar e atividade física. As estratégias coletivas identificadas foram a conversa, a motivação, o apoio e a oração em equipe, o feedback e o planejamento. Os efeitos da organização do trabalho sobre os profissionais tiveram uma avaliação de moderada a crítica, evidenciados por: pressão de prazos para cumprir tarefas, ritmo do trabalho excessivo, cobrança por resultados, fiscalização de desempenho, disputas profissionais, comunicação insatisfatória e falta integração no ambiente de trabalho. As vivências de prazer evidenciadas foram: a liberdade com a chefia para negociar o que precisa e orgulho pelo trabalho exercido. Os fatores de sofrimento evidenciados foram: esgotamento emocional, estresse, sobrecarga e falta de reconhecimento do desempenho. Foi evidenciado um risco de adoecimento classificado como de moderado a crítico. Os danos físicos evidenciados foram: alteração do sono, dores nas costas, dor de cabeça e dores no corpo.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentENFERMAGEM - ESCOLA DE ENFERMAGEM
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Gestão de Serviços de Saúde

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