Mudanças organizacionais e qualidade de vida no trabalho: um estudo comparativo- temporal em unidades do Banco do Brasil S.A.

dc.creatorNelio Oliveira
dc.date.accessioned2019-08-12T16:40:31Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:28:07Z
dc.date.available2019-08-12T16:40:31Z
dc.date.issued2001-11-28
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUBD-9BFJEC
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectQualidade de vida no trabalho
dc.subjectAdministração
dc.subjectDesenvolvimento organizacional
dc.subject.otherAdministração
dc.titleMudanças organizacionais e qualidade de vida no trabalho: um estudo comparativo- temporal em unidades do Banco do Brasil S.A.
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Lucio Flavio Renault de Moraes
local.description.resumoEste estudo busca identificar reflexos de mudanças organizacionais na Qualidade de Vida no Trabalho QVT de funcionários do Banco do Brasil S/A. Para tanto, duas linhas de argumentação teórica foram levadas em consideração: a primeira, negativa para a QVT, anuncia que as recentes mudanças estariam trazendo uma precarização no trabalho com um aumento na carga do mesmo, diminuição salarial e maior insegurança; e a segunda, positiva para a QVT, afirma que estaria ocorrendo uma menor divisão do trabalho, maior uso de habilidades e uma autonomia por intermédio da multifuncionalidade. Dessa forma, foirealizada uma pesquisa que se balizou em duas hipóteses: (1) as mudanças na empresa trouxeram diminuição nos índices de qualidade de vida relacionados a aspectos extrínsecos ou periféricos ao trabalho, e (2) as mudanças trouxeram aumento nos índices de qualidade de vida relacionados aos aspectos intrínsecos ou no trabalho propriamente dito. Como amostra, foram escolhidas algumas unidades da empresa em Belo Horizonte. Isso se deve ao fato de que, em 1990, havia sido realizada uma pesquisa de QVT nessas unidades. Assim, o estudoprocura comparar os resultados entre as duas pesquisas, separadas por 10 anos. Como metodologia, utilizou-se o Job Diagnostic Survey, desenvolvido por Hackman e Oldham, na década de 70, por ser este considerado apropriado para a análise dos aspectos apontados e pelo fato de ter sido utilizado na pesquisa de 1990. Além disso, foram realizadas algumas entrevistas com o propósito de complementar a análise quantitativa e proporcionar um maior esclarecimento dos dados levantados. Com relação à mudança, os resultados apontam para aocorrência de uma transformação radical na empresa, que pode ser caracterizada como reengenharia. No que se refere à QVT, os resultados são diferentes para as unidades pesquisadas, mas, de forma geral, pode-se apontar para uma precarização do trabalho, cujos índices de fatores extrínsecos de qualidade de vida sofreram redução como, por exemplo, salário e segurança, o que confirma a primeira hipótese. Já a segunda hipótese pode ser confirmada apenas em parte, pois ocorreu aumento em índices ligados a fatores intrínsecos ao trabalho, como o uso de maior variedade de habilidades e um aumento na diversificação de tarefas que o funcionário passou a realizar com a redução na divisão do trabalho, mas não ocorreu melhoria em aspectos como a autonomia, por exemplo. Em certas unidades pesquisadas, inclusive, ocorreu o contrário, havendo uma piora com relação à autonomia. Pode-se afirmar que houve na empresa uma precarização do trabalho e um alargamento de funções, mas não um enriquecimento nas mesmas.
local.publisher.initialsUFMG

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