Avaliação nasossinusal nos candidatos ao transplante hepático e a importância da tomografia computadorizada dos seios paranasais

dc.creatorFernanda Vidigal Vilela Lima
dc.date.accessioned2019-08-11T10:21:58Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:14:47Z
dc.date.available2019-08-11T10:21:58Z
dc.date.issued2012-12-21
dc.description.abstractThe Federal University of Minas Gerais has one of the largest centers for liver transplantation in Brazil. As a result many patients are referred to the Department of Otorhinolaryngology prior to transplantation so that possible chronic infection sites (foci) may be detected. Because of the need for post-transplant immunosuppression, patients with chronic liver failure requiring transplantation must be free of infection to get active status on the transplantation list. Rhinosinusitis in post-transplant recipients can be complicated by life-threatening infections. There are no precise criteria for definitive screening of sinus foci among liver transplant patients. As part of an effort to identify patients at risk for later disease and detect occult infection pre transplant, our center routinely obtains pre transplant sinus scans. Our study evaluates the presence of chronic rhinosinusitis in pre-liver transplant patients and the value of paranasal computed tomography scans (CT). A total of 117 patients with chronic liver disease were evaluated in our service before getting active status in transplantation list. All of them were interviewed about nasal symptoms and had a complete head and neck examination. Diagnostic nasal endoscopy was part of the routine. Sinus CT scans were requested for every patient. Patients who were diagnosed with rhinosinusitis were treated with antibiotics before CT was performed. Findings on sinus CT were staged according to score established by Lund Mackay. This study also investigates the association of rhinosinusitis with MELD (Model for End-Stage Liver Disease) /PELD (Pediatric End-Stage Liver Disease) score, age, number of leucocytes, neutrophils and lymphocytes, albumin and hemoglobin. An incidence of 15,4% of rhinosinusitis was found, 10,3% was asymptomatic but CT suggested sinus disease. Patients with lower number of lymphocytes had higher risk to present this disease.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUOS-9FDGL5
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectListas de espera
dc.subjectSeios paranasais/radiografia
dc.subjectFígado Transplante
dc.subjectSeleção de pacientes
dc.subjectTomografia computadorizada por raios X
dc.subjectTransplante de fígado
dc.subjectSinusite
dc.subject.otherTomografia computadorizada dos seios paranasais
dc.subject.otherTransplante hepático
dc.subject.otherRinossinusite
dc.titleAvaliação nasossinusal nos candidatos ao transplante hepático e a importância da tomografia computadorizada dos seios paranasais
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Roberto Eustaquio Santos Guimaraes
local.description.resumoO Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Minas Gerais é um dos principais centros de transplante hepático do país. Previamente ao transplante, os pacientes são encaminhados ao Serviço de Otorrinolaringologia, para rastreamento de doenças infecciosas. Por causa da imunossupressão após o transplante, os pacientes devem ser submetidos a essa avaliação para excluir focos infecciosos e conseguir o status ativo na fila única de transplante. A rinossinusite nesses pacientes pode ser causa de complicações com alta morbidade e mortalidade. Não existe na literatura critério definido sobre a avaliação dos seios paranasais nessa população. Este estudo investiga o rastreamento da rinossinusite nos pacientes candidatos ao transplante hepático, bem como a importância da tomografia computorizada (TC) dos seios paranasais no diagnóstico e a relação deste com os resultados de exames laboratoriais. A avaliação otorrinolaringológica consistiu na anamnese, exame físico da cabeça e pescoço, fibronasolaringoscopia e TC dos seios paranasais. Se na primeira consulta fosse diagnosticada infecção, esta era tratada e, depois, realizada a TC. Os achados tomográficos foram classificados seguindo a classificação de Lund Mackay. Os seguintes dados foram coletados nos prontuários: MELD (Model for End-Stage Liver Disease)/PELD (Pediatric End-Stage Liver Disease), idade, número de leucócitos, neutrófilos e linfócitos, dosagem de albumina e hemoglobina. Um total de 117 pacientes, candidatos ao transplante hepático, foi avaliado. Foi encontrada uma incidência de 15,4% de rinossinusite nessa população, sendo que 10,3% apresentaram apenas tomografia alterada, sem sintomas ou alteração no exame endoscópico nasal. Observou-se que o número de linfócitos está associado ao diagnóstico de rinossinusite.
local.publisher.initialsUFMG

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