Espirometria em pré-escolares asmáticos: um estudo de vida real

dc.creatorGuilherme Rache Gaspar
dc.date.accessioned2019-08-14T20:52:47Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:01:10Z
dc.date.available2019-08-14T20:52:47Z
dc.date.issued2013-09-10
dc.description.abstractBackground: Spirometry in preschool age is emerging as an important tool for the study of lung diseases. Different predicted value equations in various regions of the world were described in the past decade. In Brazil, study of Burity et al suggested reference values for the Brazilian population. Objective: Collect spirometric data of Brazilian preschool children with asthma and compare their values between a Brazilian and an international equation. Verify the change in forced expiratory volume in half a second (FEV0,5) and forced expiratory volume in 1 second (FEV1) after the bronchodilator test. Methods: Data of all asthmatic preschool children who were referred to the pulmonary function laboratory of the Hospital das Clínicas, Federal University of Minas Gerais, Brazil, in the period between 2009 and 2013 were collected. The predicted values of the equations of Burity et al and Nystad et al were compared. Observe the variation of the FEV0,5 and FEV1 after the bronchodilator test. Results: Of 64 patients, 41 were able to perform the test (64 % success rate). Comparing the predicted values between the two equations used, there was no statistical significance in any age group. A total of 11 patients had variation of the FEV0,5 above 12 % compared to 4 patients considering FEV1 (p < 0.05). Conclusion: Most children could perform the test. The predicted values for this study were similar comparing them with the Brazilian and the international equation. Further studies to understand the role of bronchodilator test in preschool children are still needed.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUOS-9UHQTY
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectPneumologia
dc.subjectSaúde da criança
dc.subject.otherVolume expiratório forçado
dc.subject.otherEspirometria
dc.subject.otherBroncodilatadores
dc.subject.otherPré-escolar
dc.subject.otherAsma
dc.subject.otherValores de referencia
dc.titleEspirometria em pré-escolares asmáticos: um estudo de vida real
dc.typeMonografia de especialização
local.contributor.advisor-co1Nara Sulmonett
local.contributor.advisor1Laura Maria de Lima Belizario Facury Lasmar
local.contributor.referee1Wenderson Clay Correia de Andrade
local.contributor.referee1Mariana de Fatima Viana Pimenta
local.description.resumoIntrodução: A espirometria de pré-escolares vem emergindo com potencial para o estudo de distúrbios ventilatórios. A etnia é descrita como importante nos valores de referência e, estudo de Burity e colaboradores sugeriram valores para a população brasileira. Não foram encontrados artigos brasileiros utilizando esta equação. Objetivo: Avaliar a taxa de sucesso e comparar os valores espirométricos de pré-escolares asmáticos brasileiros com equação brasileira e outra internacional. Verificar o resultado da variação do volume expiratório forçado do meio segundo (VEF0,5%) e do volume expiratório forçado do 1º segundo (VEF1) à prova broncodilatadora. Métodos: Foi realizado um estudo descritivo de vida real. Foram coletados dados de todos pré-escolares asmáticos referenciados para o laboratório de função pulmonar do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Minas Gerais entre 2009 e 2013 que apresentaram manobras aceitáveis pelas normas da American Thoracic Society. Os dados foram comparados com as equações de Burity e Nystad e, calculados quantos pacientes apresentaram uma variação à prova broncodilatadora acima de 12%. Resultados: A taxa de sucesso foi de 64% e, comparando-se os valores previstos entre as duas equações utilizadas, não houve diferenças estatisticamente significantes. Após a administração de broncodilatador, um total de 11 pacientes apresentou variação acima de 12% do VEF0,5 comparados a 4 considerando o VEF1 (p = 0.05). Conclusão: A maioria das crianças conseguiu realizar o teste. Os valores encontrados foram semelhantes comparando as equações brasileira e internacional. São necessários mais estudos para se entender o papel da prova broncodilatadora em pré-escolares.
local.publisher.initialsUFMG

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