Efeitos da administração oral de Bifidobacterium longum 5 1A em um modelo murino de alergia alimentar
| dc.creator | Spencer Silva Santos | |
| dc.date.accessioned | 2026-03-13T17:30:36Z | |
| dc.date.issued | 2019-02-22 | |
| dc.description.abstract | Food allergy is defined as an adverse reaction to a food antigen fundamentally mediated by immunological mechanisms. The foods most cited as causing food allergies are: milk, eggs, peanuts, nuts, shrimp, fish and soy. Several investments in research to reduce the damage caused by these foods have been developed. There is a growing interest in the use of probiotics as an alternative to conventional food allergy treatments. In this study, the effect of oral administration of Bifidobacterium longum 5 1A in the experimental food allergy to ovalbumin (OVA) was evaluated. For this, groups of Balb/c mice received two immunizations with OVA (days 0 and 14). By day 18, mice received daily saline or increasing doses of B. longum 5 1A until the end of the trial. By day 21, mice received a feed containing OVA until day 28 when they were euthanized. When received feed with OVA, the sensitized control group showed body weight loss, bowel tissue injury, increased serum levels of anti-OVA IgE and pro-inflammatory cytokines, intestinal sIgA, intestinal permeability and infiltration of eosinophils and neutrophils in the intestinal mucosa. The treatment with B. longum 5 1A at a dose of 1x108 CFU/ml reduced or eliminated these clinical and immunological signs and stimulated IL-10 production. The evaluation of fecal microbiota by culturing dependent technique shown in the group treated with B. longum 5 1A, a reduction in enterobacteria and an increase of lactic acid bacteria (in particular Enterococcus genus) and Staphylococcus genus. The acetate, metabolic product of Bifidobacterium, does not seens to be involved in these effects. These results demonstrate that oral administration of B. longum 5 1A could be an effective alternative in the treatment of food allergy. | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/2136 | |
| dc.language | por | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.rights | Acesso aberto | |
| dc.subject | Microbiologia | |
| dc.subject | Hipersensibilidade Alimentar | |
| dc.subject | Alérgenos | |
| dc.subject | Inflamação | |
| dc.subject | Probióticos | |
| dc.subject | Bifidobacterium longum | |
| dc.subject.other | Alergia alimentar | |
| dc.subject.other | Alérgenos | |
| dc.subject.other | Inflamação | |
| dc.subject.other | Probiótico | |
| dc.subject.other | Bifidobacterium longum 5 1A | |
| dc.title | Efeitos da administração oral de Bifidobacterium longum 5 1A em um modelo murino de alergia alimentar | |
| dc.type | Tese de doutorado | |
| local.contributor.advisor-co1 | Denise Carmona Cara Machado | |
| local.contributor.advisor-co1Lattes | http://lattes.cnpq.br/0646294460338087 | |
| local.contributor.advisor1 | Flaviano dos Santos Martins | |
| local.contributor.advisor1Lattes | http://lattes.cnpq.br/2549518899194260 | |
| local.creator.Lattes | http://lattes.cnpq.br/1068320510781222 | |
| local.description.resumo | A alergia alimentar é definida como uma reação adversa a um antígeno alimentar mediada por mecanismos fundamentalmente imunológicos. Os alimentos mais citados como causadores de alergias alimentares são: leite, ovos, amendoim, castanhas, camarão, peixe e soja. Vários investimentos em pesquisas no sentido de reduzir os danos causados por esses alimentos vêm sendo desenvolvidos. Atualmente há um interesse crescente no uso de probióticos como alternativa aos tratamentos convencionais da alergia alimentar. Nesse estudo, buscou-se avaliar o efeito da administração oral de Bifidobacterium longum 5 1A na alergia alimentar experimental à ovalbumina (OVA). Para isso, grupos de camundongos Balb/c receberam duas imunizações com OVA (dias 0 e 14). A partir do dia 18, os camundongos receberam diariamente, por via oral, salina ou doses crescentes de B.longum 5 1A até o fim da experimentação. No 21º os camundongos receberam uma ração contendo OVA até o dia 28, quando foram eutanaziados. Quando recebeu ração com OVA, o grupo controle sensibilizado mostrou perda de peso corporal, lesões teciduais intestinais, aumentos dos níveis séricos de IgE anti-OVA e de citocinas pró-inflamatórias, de sIgA intestinal, da permeabilidade intestinal e de infiltrado de eosinófilos e neutrófilos na mucosa intestinal. O tratamento com B. longum 5 1A na dose de 1x108 UFC reduziu ou eliminou todos esses sinais clínicos e imunológicos e estimulou a produção de IL-10. A avaliação da microbiota fecal por técnica dependente de cultivo mostrou, no grupo tratado com B. longum 5 1A, uma redução das enterobactérias e um aumento das bactérias do ácido lático (em particular Enterococcus) e do gênero Staphylococcus. O acetato, produto metabólicode Bifidobacterium, não parece estar envolvido nesses efeitos. Esses resultados demonstram que a administração oral de B. longum 5 1A poderia ser uma alternativa eficaz no tratamento da alergia alimentar. | |
| local.publisher.country | Brasil | |
| local.publisher.department | ICB - DEPARTAMENTO DE MICROBIOLOGIA | |
| local.publisher.initials | UFMG | |
| local.publisher.program | Programa de Pós-Graduação em Microbiologia | |
| local.subject.cnpq | CIENCIAS BIOLOGICAS |