Uso de substâncias psicoativas em adolescentes brasileiros e fatores associados: pesquisa nacional de saúde dos escolares, 2015

dc.creatorDebora Carvalho Malta
dc.creatorRogerio Ruscitto de Prado
dc.creatorÍsis Eloah Machado
dc.creatorMariana Santos Felisbino Mendes
dc.creatorAlessandra Maria Silva Pinto
dc.creatorMaryane Oliveira-campos
dc.creatorAda Ávila Assunção
dc.date.accessioned2024-01-17T22:15:47Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:09:33Z
dc.date.available2024-01-17T22:15:47Z
dc.date.issued2018
dc.description.abstractABSTRACT: Aim: To analyze the consumption of tobacco, alcohol and illicit drugs among schoolchildren according to demographic factors, family context and mental health. Methods: We used data from the National School-based Health Survey 2015 and included in the sample 102,301 schoolchildren in the 9th grade. We estimated the prevalence of tobacco and alcohol use in the last 30 days and drug experimentation according to demographic, mental health and family context variables. Then, a bivariate analysis was performed using Pearson’s χ2 test and the unadjusted odds ratio (OR) was calculated. Finally, we conducted a multivariate analysis including independent variables with an unadjusted association (p < 0.20), for each outcome, estimating the adjusted OR with a 95% confidence interval. Results: The prevalence of tobacco consumption was 5.6%; alcohol consumption, 23.8%; and drug experimentation, 9.0%. Multivariate analysis has indicated that living with parents, having meals with parents or guardian, and family supervision were associated with lower substance consumption; whereas missing classes without parental consent has increased the chances of substance use. Increased chance of substance use was also associated with white skin color, increasing age, to work, feeling lonely and having insomnia. Not having friends was associated with drug and tobacco use, but this was protective for alcohol consumption. Conclusions: Family supervision was protective for psychoactive substance use among Brazilian schoolchildren, whereas work, loneliness and insomnia have increased their chances of use
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doi10.1590/1980-549720180004.supl.1
dc.identifier.issn19805497
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/63001
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofRevista Brasileira de Epidemiologia
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectBebidas Alcoólicas
dc.subjectFumar Tabaco
dc.subjectDrogas Ilícitas
dc.subjectAdolescente
dc.subjectRelações Familiares
dc.subjectEscolas
dc.subject.otherBebidas Alcoólicas
dc.subject.otherFumar Tabaco
dc.subject.otherDrogas Ilícitas
dc.subject.otherAdolescente
dc.subject.otherRelações Familiares
dc.subject.otherEscolas
dc.titleUso de substâncias psicoativas em adolescentes brasileiros e fatores associados: pesquisa nacional de saúde dos escolares, 2015
dc.title.alternativeUse of psychoactive substances among Brazilian adolescents and associated factors: National School-based Health Survey, 2015
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage16
local.citation.issueSuppl 1
local.citation.spage1
local.citation.volume21
local.description.resumoRESUMO: Objetivo: Analisar o uso de substâncias psicoativas (tabaco, álcool e drogas ilícitas) em escolares em relação a fatores sociodemográficos, contexto familiar e saúde mental. Métodos: Foram utilizados dados da amostra de 102.301 escolares do nono ano da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar de 2015. Realizou-se o cálculo da prevalência de uso de tabaco e de álcool nos últimos 30 dias e experimentação de drogas, segundo variáveis sociodemográficas, contexto familiar e saúde mental. Procedeu-se a análise univariada, por teste do χ2 de Pearson e cálculo das odds ratios (OR) não ajustadas. Por fim, realizou-se análise multivariada para cada desfecho com as variáveis que apresentaram associação com os desfechos (p < 0,20), calculando-se as OR ajustadas com intervalo de confiança de 95%. Resultados: A prevalência de uso de tabaco foi de 5,6%; do uso de álcool, 23,8%; e da experimentação de drogas, 9,0%. A análise multivariada apontou que, no contexto familiar, morar com os pais, fazer refeição com pais ou responsável e a supervisão familiar foram associados a menor uso de substâncias; enquanto faltar às aulas sem consentimento dos pais aumentou a chance de uso. Maior chance do uso de substâncias esteve ainda associada a cor branca, aumento da idade, trabalhar, sentir-se solitário e ter insônia. Não ter amigos foi associado com uso de drogas e tabaco, porém foi protetor para o uso de álcool. Conclusões: A supervisão familiar foi protetora do uso de substâncias psicoativas em escolares brasileiros, enquanto trabalhar, sentir-se solitário e ter insônia aumentaram suas chances de uso.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentENF - DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM MATERNO INFANTIL E SAÚDE PÚBLICA
local.publisher.departmentMED - DEPARTAMENTO DE MEDICINA PREVENTIVA SOCIAL
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://doi.org/10.1590/1980-549720180004.supl.1

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