Plantar alimentos, colher florestas: ferramentas e jogos para o design agroflorestal
| dc.date.accessioned | 2026-03-13T16:02:38Z | |
| dc.date.issued | 2025-12-11 | |
| dc.description.abstract | This research addresses the design of Successional Agroforestry Systems, articulating the critique of modern planning with the proposal of tools and games that enable dialogical design processes. Based on the contemporary socio-ecological crisis, it proposes a reflection on ways of producing and inhabiting the planet, understanding the production of space—urban, agricultural, or forest—as an expression of ecological, technical, and political relations. By revisiting the origins of agriculture in Eurasia and the Amazon, it becomes clear that industrial agriculture is not an inevitable path: traditional practices, such as indigenous agroforestry, reveal alternative modes of cultivation that are more playful, diverse, and regenerative. We analyze how the logic of modern planning permeates fields such as architecture, agriculture, and ecological restoration, and how agroforestry has not yet been dominated by it. In addition to its technical aspects, agroforestry is also understood as a cosmopolitical cultivation: a practice that involves humans and non-humans, capable of inspiring new understandings about the production of space and the relation Nature/Culture. In the field of agroforestry design, principles and challenges for the design of biodiverse and resilient production systems are identified, proposing the use of interfaces (design tools and games) as an alternative to conventional projects. These interfaces seek to encourage learning, autonomy, and collective experimentation, rather than offering ready-made technical solutions. | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/2131 | |
| dc.language | por | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.rights | Acesso aberto | |
| dc.rights | Attribution-NonCommercial-ShareAlike 4.0 International | en |
| dc.rights.uri | http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0/ | |
| dc.subject | Florestamento | |
| dc.subject | Agricultura alternativa | |
| dc.subject | Projeto arquitetônico | |
| dc.subject | Jogos | |
| dc.subject.other | Agrofloresta | |
| dc.subject.other | Produção do espaço | |
| dc.subject.other | Design | |
| dc.subject.other | Ferramentas de design | |
| dc.subject.other | Agroecologia | |
| dc.title | Plantar alimentos, colher florestas: ferramentas e jogos para o design agroflorestal | |
| dc.type | Dissertação de mestrado | |
| local.contributor.advisor1 | José dos Santos Cabral Filho | |
| local.contributor.advisor1Lattes | http://lattes.cnpq.br/9944681520075532 | |
| local.contributor.referee1 | Sandro Luis Schlindwein | |
| local.contributor.referee1 | Wellington Cançado Coelho | |
| local.creator.Lattes | http://lattes.cnpq.br/5836166001524234 | |
| local.description.resumo | Esta investigação aborda o design de Sistemas Agroflorestais Sucessionais, articulando a crítica ao planejamento moderno com a proposta de ferramentas e jogos que possibilitem processos de design dialógicos. A partir da crise socioecológica contemporânea, propõe uma reflexão sobre as formas de produzir e habitar o planeta, compreendendo a produção do espaço — urbano, agrícola ou florestal — como expressão das relações ecológicas, técnicas e políticas. Ao revisitar as origens das agriculturas da Eurásia e da Amazônia, evidencia-se que a agricultura industrial não é um caminho inevitável: práticas tradicionais, como as agroflorestas indígenas, revelam modos alternativos de cultivo, mais lúdicos, diversos e regenerativos. Analisa-se como a lógica do planejamento moderno atravessa campos como a arquitetura, a agricultura e a restauração ecológica, e como a agrofloresta ainda não foi dominada por ela. Além dos aspectos técnicos, a agrofloresta é compreendida também como um cultivo cosmopolítico: uma prática que envolve humanos e não humanos, capaz de inspirar novas compreensões sobre a produção do espaço e sobre a relação Natureza/Cultura. No campo do design agroflorestal, identificam se princípios e desafios para o desenho de sistemas produtivos biodiversos e resilientes, propondo o uso de interfaces (ferramentas e jogos de design) como alternativa ao projeto convencional. Essas interfaces buscam favorecer a aprendizagem, a autonomia e a experimentação coletiva, mais do que oferecer soluções técnicas prontas. | |
| local.publisher.country | Brasil | |
| local.publisher.department | ARQ - ESCOLA DE ARQUITETURA | |
| local.publisher.initials | UFMG | |
| local.publisher.program | Programa de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo | |
| local.subject.cnpq | CIENCIAS AGRARIAS::RECURSOS FLORESTAIS E ENGENHARIA FLORESTAL::MANEJO FLORESTAL | |
| local.subject.cnpq | CIENCIAS AGRARIAS::RECURSOS FLORESTAIS E ENGENHARIA FLORESTAL::MANEJO FLORESTAL |